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Comunicar é fácil...

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

 ... e quem quer que o tenha afirmado estava doidinho, sem meias palavras. Passar a informação ao próximo sem haver deturpações da mensagem ou distracções do verdadeiro conteúdo pode ser algo bastante manhoso e traiçoeiro.
 No interesse do part-time que arranjei para este ano, presenciei uma formação muito interessante e cuja temática se baseava nas boas relações com o cliente, espectador, etc. Para começar, gostava apenas de vos aconselhar a assistirem a uma formação deste género se algum dia tiverem oportunidade, pois, apesar de não aprenderem nada de novo se forem pessoas bem educadas e cheias de bom senso, é sempre bom relembrar pequenos aspectos que, muitas vezes, nos passam despercebidos e podem fazer toda a diferença na forma como os outros nos encaram e se abrem para nos deixar chegar a eles.

Livro de elogios, por favor!

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

 Sejamos sinceros... quantas vezes não vamos a uma loja e somos atendidos de forma fria, não respondem às nossas necessidades e ainda conseguem ser inconvenientes ao dirigir-se a nós e ao nosso «problema»? Mais ainda: quantas dessas vezes não ficamos com vontade de pegar no livro de reclamações e escrever o quão desagradados ficamos nesse dia e com esse tratamento em específico?
 Compreendo perfeitamente a necessidade de um Livro Vermelho, onde expressamos a frustração e desapontamento que sentimos, afinal, se uma loja/um espaço tiver mesmo interesse em ser o melhor possível, vai, certamente, atentar às palavras escritas e tentar convertê-las em actos que possam criar um ambiente harmonioso e livre de problemas e reacções desagradáveis.
 Todavia, há sempre nesta situação algo que me incomoda...

Alimentar uma ideia

terça-feira, 6 de junho de 2017

 Não sei se algum dia o referi aqui, mas, participo sempre nas campanhas do Banco Alimentar, faça chuva, faça sol, tenho maratonas de testes ou maratonas de praia, esteja com dores de corpo ou pronta para 6 horas de desporto. É uma iniciativa que está organizada de forma clara, evidente e reflectida.
 Sempre fiquei no armazém e, normalmente, calhava-me a zona dos leites, onde passamos horas a carregar leites, colocá-los em conjuntos de seis e a levá-los em banda para um outro sector. É um trabalho cansativo fisicamente, porém, muito bom, alguém teria de o fazer! Contudo, na última campanha, dias 27 e 28, uma pessoa muito querida na minha vida estava desesperada à procura de pessoas para os Supermercados, uma vez que as escolas e respectivos miúdos não podiam. Foi assim que me estreei na linha da frente.
Após uma longa tarde de estudo e voluntariado...
 Às 14h30 lá estava eu no Continente, pronta para distribuir sacos, recolher e explicar, a quem não conhecia, em que consiste este voluntariado.
 Devo dizer-vos que não esperava sentir o que o meu coração estava a sentir. Primeiro, levei comigo quatro amigos que sabia encherem aquele espaço de alegria, espírito de equipa e boa vontade. Em segundo, deixei que o meu sorriso se abrisse verdadeiramente, era impossível tal não acontecer dada a grandiosidade do que estávamos ali a fazer. Às 16h20, vieram trocar de camisola connosco e eu só pensava «Quem me dera não ter de estudar, pois, ficava aqui a tarde inteira!»
 Ainda tive oportunidade de explicar a três estrangeiros em que consistia a campanha - sim! em inglês - e, os três, separadamente, disseram-me que iam contribuir e que eu tinha sido super amável e paciente a explicar-lhes tudo direitinho. 
 Perceber que ainda há muita gente disposta a ajudar e a contribuir com o que realmente pode deixou-me o coração bem quentinho. É uma fase difícil para o povo português, sem dúvida, e, mesmo assim, as pessoas pegam nos sacos e põe lá dentro pelo menos um ou dois produtos. É lindo de se ver!
 Cheguei a casa cansada, andei sempre de um lado para o outro. Todavia, também cheguei a casa com uma luz interior que nem cabia em mim. É tão bom ajudar... e custa tão pouco!
 E vocês? Participaram? Vão participar na próxima?

Aleluia!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

 Não deve haver melhor expressão para descrever a sensação que me encheu o coração no sábado de Páscoa. Estive na organização de uma actividade Pascal e, celebrar assim este momento cristão, foi uma experiência fenomenal.
 As pessoas que me acompanharam garantiram que nós conseguíamos tornar os três dias inesquecíveis para todos os participantes, desde actividades interactivas a momentos mais pessoais e íntimos.
 Tivemos, ainda, espaço para voluntariado e, devo admitir, isso contribuiu imenso para um sentimento de plenitude gigante.
 Não me queria alongar muito sobre este assunto, porém, é importante partilhar por aqui um pouquinho da felicidade interior que me tem acompanhado nos últimos tempos. Apercebi-me, também, que é muito importante sentirmo-nos bem, tendo em conta que não devemos descurar o bem-estar do outro e o sorriso do próximo. Aliás, por vezes, ver as pessoas ao nosso redor sorrir, festejar, abraçar, cantarolar pode ser o detalhe positivo do nosso dia.
 Assim, venho apenas deixar-vos esta proposta: além de celebrarem a vossa paz interior, celebrem também o dançar interior e feliz das vossas pessoas e das pessoas que passam no vosso dia!

Medo do compromisso

quinta-feira, 9 de março de 2017

 Ultimamente, tenho vindo a reparar que os jovens que se estão a criar têm um medo terrível de se comprometerem com o que quer que seja, quer falemos de trabalho, quer abordemos a religião. Sinto que há uma tendência para se viver fugazmente, tem de ser tudo agora, neste segundo, rápido, desmedidamente.
 Sou muito nervosa, por isso, por um lado, compreendo esta ansiedade de fazer tudo o quanto antes, porém, não consigo deixar de apreciar cada segundo, cada respiração, cada momento, cada pessoa que passa na minha vida, que cruza o meu caminho. Gosto de me comprometer com projectos novos e dedicar-lhes o meu tempo e a minha atenção. Aproveitar cada tarefa, cada palavra sábia dos que já fazem o mesmo que eu há mais tempo; tomar consciência de cada passo que dou, de cada conselho que me foi dado; apreciar todo o sorriso que me é dirigido, interpretar cada lágrima que cai na cara do próximo.

Andamos assim tão distraídos?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

 Quando é que deixamos de prestar atenção às pessoas? Às suas expressões? À sua forma de ser?
 Andamos tão concentrados no nosso dia-a-dia, nas nossas tarefas, no nosso bem-estar que nos esquecemos de olhar para o nosso colega e garantir que ele está bem ou que está melhor desde a última vez que o vimos.

Passadeiras

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

 Depois de ver este vídeo durante uma conversa com o meu pai, eu perguntei-lhe se nestes países não havia passadeiras... A resposta que obtive deixou-me a pensar, disse-me que em certos países por todo o mundo passadeiras não são comuns, uma vez que são sinal de uma população civilizada. Na altura, acenei e calei. Contudo, ainda hoje continuo a pensar nisto.
 A expressão «população civilizada» é extremamente irónica. É verdade que os países ditos civilizados têm poder legislativo, educativo e judicial, é verdade que há as regras de etiqueta, certas normas para socializar, é verdade que as pessoas estudam o código de estrada, é verdade que há livros de receitas, dicionários com explicações detalhadas, livros de instruções para pôr as coisas a funcionar, panfletos para explicar e resumir certos assunto. Porém, até que ponto tudo isto indica que somos uma população civilizada?

Sou uma sonhadora

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

 Aren't we all?
 Sonhamos de noite, sonhamos de dia, deixamos que a mente atravesse montanhas físicas e imaginárias, sorrimos a pensar, choramos a dormir, saltamos acordados. Desejamos isto, ansiamos aquilo... Sonhamos e não nos devemos esquecer de como o fazer!

Toxicidade, chega!

sábado, 1 de outubro de 2016

 Não é a primeira vez que abordo este tipo de assunto, já o fiz de outras formas, porém, tenho sentido a necessidade de voltar a escrever sobre isto.
 Não costumo desistir das pessoas. Sou o tipo de rapariga que dá oportunidade a toda a gente de revelar a sua personalidade sem julgar logo à partida, deixo-as mostrar-me do que são feitas, procurando sempre o coração quente e o olhar profundo. Acredito que toda a gente é boa, por muito más acções que cometam. Quando me desiludem ou me deixam muito mal, perdoo-as e dou-lhes uma tentativa para recomeçarem. E volto a acreditar, deposito mais uma vez a minha confiança na sua palavra.
Créditos: Power of Positivity

Por ti

quinta-feira, 28 de julho de 2016

 Até há pouco tempo o slogan da Nike não fazia grande sentido para mim: «Just do it». Como querem eles que nos metamos no que quer que seja sem ponderação? Fazia-me mesmo muita confusão, uma vez que sempre fui comedida e penso em tudo cinco ou seis vezes antes e tomar uma decisão...
 Contudo, a minha vida mudou completamente este ano que passou: a entrada na Universidade, a Praxe, o fazer parte da direcção do Núcleo de Estudantes, o meio-irmão que vem a caminho... Tive oportunidade de conhecer imensas pessoas novas e fazer coisas que nunca pensei fazer.
 Foi então que comecei a associar todas as coisas que tinha feito à expressão que está estampada em inúmeras camisolas, cartazes, panfletos, por aí em diante. Porém, houve UMA que me marcou absolutamente: a Patinagem Artística.

O Terror.

sábado, 16 de julho de 2016

 É inevitável não falar deste assunto. Não aguento mais um mundo assim...
 Ultimamente, tenho sido um espírito incrivelmente positivo, sempre com um sorriso na cara e bastante bem com a vida. Animo os sítios onde vou e sinto-me realizada a nível pessoal, académico e social.
 Contudo, quinta-feira fui extremamente abaixo com as notícias do atentado em Nice. Como é que é possível?
 É verdade que guerras e massacres acontecem todos os dias, não é mentira que muitos são silenciados e abafados pelos governos. Porém, os mais recentes têm gerado uma onda de insegurança inigualável.
 Ocorrem sem previsão alguma e não são aleatórios. Os autores destes incidentes decidem quando querem actuar e como querem fazê-lo, deixando o nosso futuro e bem estar completamente nas suas mãos. Não houve atentados durante o Euro 2016 porque eles assim o estabeleceram. Nós, enquanto cidadãos e entidades de segurança, não temos qualquer poder ou opinião sobre o que nos vai acontecer. Isso é indubitavelmente triste e preocupante. 
 Dois quilómetros a atropelar pessoas? Roupas, objectos e sapatos a voar? Sangue por todo o lado? O medo, o terror, a aflição e a agitação que se gerou é mórbida. Em que mundo estamos nós a viver? Onde vamos parar assim?

 Continuo a querer acreditar que há mais pessoas boas, com corações quentes e preocupadas do que pessoas que nem deviam ser consideradas humanas, pois, estes actos não têm qualquer carácter humano!
 Por agora, resta-nos continuar a lutar por um mundo melhor e para que isto se resolva...

Mudar para melhor, talvez.

sábado, 9 de julho de 2016

 Aconselho aos mais sensíveis a preparem-se bastante bem para a visualização deste documentário... na verdade, algumas cenas mexeram bastante comigo, deixando-me até à beira de lágrimas e com o coração nas mãos.
 Há cerca de 3 anos, creio eu, a minha realidade foi completamente abalada pelos animais destas filmagens. Mudei totalmente a forma como encaro a comida e aquilo que ingiro.
 A «necessidade» de industrializar tudo e mais alguma coisa fez com que nem a indústria alimentar seja um «local» seguro. Os pedaços de carne que nos chegam à mesa resultam de uma jogada muiiiiito suja para encher os bolsos de notas de algumas entidades. Servem-nos químicos e carnes completamente modificadas. Chegarem ao ponto de criar galinhas, vacas, porcos, cabritos nestas condições é extremamente preocupante e crudelíssimo. O sofrimento a que são sujeitos não é só desumano da nossa parte, como também nada razoável.
 Além disso, há uma quantidade considerável de povo que se questiona porque ganha resistência a certos medicamentos ou porque estará tão doente e fraca... bem, aquilo que comemos, dita o que somos, segundo o provérbio... comendo esta quantidade abismal de químicos e carne completamente alterada, o nosso corpo cria mecanismos de defesa e aprende a lutar contra muitos dos químicos presentes nos bons comprimidos.
 Não deixei de comer carne por causa do passado que muitos de vós conhecem, porém, também não cessei a sua ingestão, pois, felizmente, os pais da minha Madrasta criam galinhas e coelhos, com imenso espaço, luz, conforto e felicidade. Embora me faça imensa impressão comer carne, porque não consigo parar na sua inocência, não pratico o vegetarianismo ou pescetarianismo devido há frequente aquisição da minha Madrasta destes animais.
 Todavia, já quase não toco em carne comprada em grandes supermercados ou em talhos que não sejam de confiança.
 Um animal que não tem espaço para crescer e cujo crescimento está a ser manipulado ao ponto de ficar com ossos atrofiados? NÃO, obrigada.

O Silêncio.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

 Quem me conhece sabe que o pior castigo que me podem dar é o silêncio. O cessar de palavras, o calar de olhares, o vazio de aconchegos e carinhos. Não me importo de o gritar como ponto fraco, pois é facto adquirido para maior parte das pessoas que familiariza comigo diariamente.
 É normal haver contratempos, zanguitas e aborrecimentos quando passamos muito tempo com as pessoas, odeio ver-me neste tipo de situações, tendo em conta que passo a sentir-me mini e sem forças nenhumas, porém, é inevitável acontecer de vez em quando.
 Contudo, fico extremamente desorientada e insegura assim que as pessoas recorrem ao Silêncio, sempre foi algo que me assustou. Porquê usar tal ferramenta para me penalizar? Sendo eu pessoa de sinceridade e opiniões directas, fico mesmo triste por usarem o silêncio como punição. 
 Tal arma faz-me moer e remoer no assunto, passar mil e uma vezes na minha mente a situação em que «errei» e tentar emendá-la conscientemente. Tal arma tira-me o sono, deixa-me nervosa, ansiosa e irrequieta. Passo a duvidar de tudo e todos. Será que a pessoa silenciada comentou alguma coisa sobre o assunto com alguém? Quando vai a pessoa silenciada retomar a conversa comigo? Estarão as coisas resolvidas quando a pessoa silenciada quebra o silêncio?
 Nunca achei que o silêncio fosse uma boa forma de resolver os problemas, uma vez que não nos permite o debate do assunto, nem perceber onde reside o ponto fulcral de todo o devaneio.
 Quando era pequenita vi a minha tia castigar o meu primo pondo-o num quarto com as luzes desligadas, persianas fechadas, longe de tudo quanto era livros, rádios e televisões... A minha mãe tentou o mesmo comigo. Após 5 minutos naquele escritório, comecei a atrofiar. Nem os passarinhos conseguia ouvir. Qual é a piada do Silêncio?
 Em vez de resolver as coisas, afasta as pessoas, prolonga os problemas, gera mais confusões e discussões, elimina momentos... Prefiro mil vezes que me digam onde acham que errei, onde agi mal. Assim, podemos juntos encontrar solução para a situação. Aliás, muitas vezes, assim que se fala das coisas, descobre-se que, afinal, não havia coisa nenhuma a resolver.
 Por isso, vamos, por favor, falar das coisas, encará-las de frente, resolvê-las sem medos!
 Pelo menos comigo.
 Não gosto de Silêncio, acho que nunca vou gostar. Desculpa, Silêncio!

(Não confundir com o silêncio de meditação!!!!!)

Das relações pessoais.

terça-feira, 10 de maio de 2016

 Já tive amigos que me faziam sentir presa a eles, «amigos» que não me permitiam opinião pessoal e nunca participavam nas actividades que eu queria. Pessoas que não entendem um não, pensam que tem de ser tudo à medida delas e que não sabem ouvir os outros ou respeitar o seu espaço. «Amigos» que apenas me queriam para os seguir, porém, se eu me ia divertir com outras pessoas sem lhes dizer, ficavam chateados e estragavam-me a tarde ou a noite.
 Não acho isto justo. Todos nós temos uma vida própria e o nosso dia é feito com aqueles que estão no momento connosco. A minha mãe diz constantemente que a vida se está a passar agora. Não é com aquela pessoa que está constantemente a ligar, não é com aqueles que querem tudo à maneira deles. A vida está a acontecer aqui e agora. Preenchida de momentos com as pessoas que estão connosco. Dançando com eles, falando com eles, rindo com eles, ou até a almoçar ou jantar.
 Pessoas que não respeitam o meu espaço pessoal e que sentem até um ciúme doentio por estar com outro grupo de pessoas deixam-me muito desiludidas. Eu estar aqui e agora com certas pessoas, a divertir-me com elas, não quer dizer que vá deixar de me divertir com as outras ou vá deixar de gostar delas. Essa separação tem de ser bem feita.
 Já deixei que me estragassem vários momentos por causa destas situações chatas. Agora não deixo mais, se estou com pessoas de que gosto, se sei que me vou divertir, se o dia promete, vou deixar que alguém que não está presente me estrague a vida que passa num instante?

Já deixei sinais de vida, agora vou jantar com a família de praxe,
logo a seguir, ENTERRO, celebrar com os meus!!!

Das mortes e das lamentações.

terça-feira, 15 de março de 2016

 Estou um pouco cansada dos comentários que se geram à volta da morte de alguém, tendo como exemplo mais recente o célebre Nicolau Breyner.
 Eu acho perfeitamente normal que uma pessoa não esteja constantemente a dizer que gosta do trabalho de fulano ou beltrano. Considero ainda mais natural que quando esse fulano morre, as pessoas deixem uma mensagem em memória desse fulano.
 Outro exemplo recente é o David Bowie. Óbvio que os fãs à volta de todo o mundo o recordaram quando este morreu, deixaram mensagens por tudo quanto eram redes sociais e fizeram memoriais. Dar valor depois de uma pessoa morrer não significa não lho dar enquanto viva.
 Mau era se todos os dias enumerávamos os artistas de todas as categorias de que gostamos. Já viram no que se transformariam as redes sociais, os cadernos e as conversas? «Ai, eu cá gosto de x, y, z, w, u, v, etc». Que valente seca!!!

 O que não acho tão normal e completamente desnecessário é sempre que alguém morre e as pessoas partilham os seus sentimentos e lamentos, outras pessoas comentem que só são lembrados os artistas quando morrem.
 Eh pá. Esses comentários além de descabidos e maliciosos, são uma perda de tempo e, a meu ver, poluição nas redes sociais.
 Uma pergunta para as pessoas que, em vez de expressarem a sua tristeza, insultam os outros: Ganham alguma coisa a fazê-lo?
 Deixem cada um expressar a sua dor da maneira que melhor lhe convier.
 E só digo isto uma vez, para não gastar muito cyber espaço com estes seres humanos. 

E um minuto de silêncio em homenagem ao incrível Nicolau Breyner!...

Fair play, dizem eles.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

 Hoje venho revoltada com o mundo do desporto, talvez pela primeira vez, e com o dito desportivismo. A minha mana joga numa equipa de voleibol e este é o primeiro ano dela como federada, 13 anitos, estando então no escalão de Iniciadas. De certa forma, não é revoltada que estou, talvez triste, em baixo por ela... mesmo muito.

Ser imperativo e ter uma opinião.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

 Ultimamente (gosto tão pouco desta palavra) tenho tido algum tempo livre para dormir, fazer exercício, ler, comer sem pressas, estar com pessoas que não via há meses... Descontrair no verdadeiro sentido da palavra. Isto dá-me a oportunidade de ler artigos de colunistas, tweets de amigos, além de poder participar, finalmente, em saídas onde debatemos todo o tipo de assuntos.
 Não pretendo divagar sobre o que me tem ocupado nas últimas semanas, aliás, aquilo de que venho falar é sobre a forma como exprimimos a nossa opinião e as nossas ideias. No meio de tantas palavras, reparei que muita gente fala como se aquilo que diz fosse uma verdade irrefutável, como se fossem os únicos donos da verdade.

Exames: Sim ou Não?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

 Não me lembro do sistema educativo organizado de outra forma. Desde pequenina que fui avaliada no final de cada ciclo. Tive provas de aferição, teste intermédios e exames, além dos testes periódicos de cada disciplina.
 Fiz provas de aferição no 4º ano, tive exames no 6º e 9º anos, respondi aos testes intermédios de 8º e 9º. Além disso, tive testes intermédios no 10º, 11º e 12º e ainda exames no 11º e 12º. Os meus pais sabem perfeitamente que sou a favor destas formas de avaliação, mesmo que fique nervosa e ansiosa.
 Quanto aos testes intermédios e provas de aferição acho que são uma excelente iniciativa. Assim, os professores podem ter uma melhor noção da situação em que os seus alunos se encontram e direccionar as suas aulas para isso.
 De certa forma, a notícia que tanta polémica está a fazer, mais uma vez, gira à volta de coisas que sempre houve. As ditas provas de aferição que vão agora ser aplicadas no 8º ano já existiam, só que na forma de testes intermédios. Aliás, nem sei porque se queixam... Os meus testes intermédios contavam para a avaliação contínua e as provas de aferição são apenas para AFERIR os conhecimentos dos estudantes e prepará-los para o ambiente de exame que vão ter de vivenciar no ano seguinte.
 
 O que eu acho realmente vergonhoso, no meio disto tudo, é o facto de, em 15 anos, a lei, na educação, ter mudado mais de 22 vezes. Isto não confere qualquer tipo de estabilidade na população e nas suas cabeças. As pessoas vêem as notícias e pensam que os políticos não fazem a mínima ideia do que estão a fazer, pois estão sempre a mudar de ideias. Há formas de avaliação que são objectivas e eficazes.
 Já para não falar na avaliação dos docentes... as leias quanto a esta é que são exageradamente ridículas. Mas isso fica para outro dia!

É difícil...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

 Arya sei que vais gostar deste vídeo.
 Retrata tudo aquilo com que uma mulher é confrontada ao longo dos anos. Achei mesmo interessante, e penso que não precisa de muita descrição! É simplesmente isto. Menos preconceitos. Há coisas mais importantes sobre o que opinar além das escolhas que a do lado faz!

Socializando...

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

 Desde pequena que me dou bem com toda a gente e gosto de conhecer e dar oportunidade a todas as facetas das pessoas. Sempre gostei de saber mais sobre o seu comportamento e a sua forma de ser e estar.
 Além disso, tendo a estar bastante mais à vontade com pessoas mais velhas que eu do que com os da minha idade. Essa é também uma das razões pelas quais estou a gostar tanto da praxe, contacto próximo com pessoas mais velhas. Claro que também estou a adorar conhecer os meus coleguinhas.) Assim como com os realmente mais velhos que eu. Muitas vezes dou por mim completamente embebecida na sua sabedoria, nas suas histórias, na sua vida. Têm muito a dizer e pouca gente a quem contar.
A diferença não precisa de ser muita, às vezes é claro que me dou melhor com alguém com 21 ou 22 anos do que com pessoas com 18, não sei bem porquê, sempre fui assim. Gosto de ouvir a experiência adicional à minha que as pessoas têm. (
 Contudo, com isto de entrar na Universidade e conhecer pessoas novas, apercebi-me que há pessoas da minha idade e mais novas que têm experiência de vida que dava para anos e anos. Situações caricatas e únicas. Coisas que não me passariam pela cabeça quando olho para estas pessoas em questão, mas que são mesmo verdade e do outro mundo.
 Afinal, as pessoas ainda me surpreendem.