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Girl, put your lipstick on!

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

 Quem me conhece minimamente e lida comigo no dia-a-dia mais de perto sabe perfeitamente que nunca fui rapariga de usar maquilhagem - seja esta de que tipo for! -. Talvez por ter uma pela muito uniforme, onde surgem umas borbulhitas pequenitas de vez em quando que rapidamente desaparecem, talvez por ter uma cor de lábios que considero bonita, talvez por simplesmente não querer ter «trabalho», talvez por nunca ter aprendido a fazê-lo de uma forma bonita, simples e no ponto. De qualquer forma, sempre foi um campo de self-care que nunca despertou grande interesse em mim. 
 Felizmente, o auto-desenvolvimento não é estático e sofre mudanças, algumas melhores que outras, mas, nem é isso que está em causa. A vida é mesmo curiosa, coisas que, inicialmente, pouco nos diziam, gradualmente, vão ganhando outro ponto de vista da nossa parte. Às vezes, o simples passar dos anos faz com que comecemos a olhar para certos aspectos do quotidiano de outra forma.
 Assim sendo, foi há, mais ou menos, um ano e nove meses que comprei o meu primeiro batom, confiando, mais uma vez, na minha marca favorita de cosmética e produtos de corpo: The Body Shop. Comprei o Matte Lip Liquid Mauritius Dahlia e usei-o em eventos mais formais, em dias especiais, por mero capricho, por vezes até por casa. Foi O batom preferido durante este ano, aquele que dava o toque final e iluminava um pouco o meu rosto, super simples de aplicar e prático para transportar.
 MAS - já reza a lenda! -, faltava sempre alguma coisa neste, algum detalhe estava fora do sítio: talvez fosse o brilho, que era um brilhante acima do que esperava, possivelmente a rotina de ser sempre o mesmo ou pura inconstância minha.

 É, então, aqui que entra uma amiga minha (daquelas mesmo amigas que, quando falamos delas, as pessoas percebem instantaneamente o carinho que lhes temos) quando, durante um passeio pelo shopping, decide comprar-me um batom para, diz ela, me dar aquele último toque de confiança. Fomos a uma das lojas favoritas dela e, pouco depois de lá estarmos, saíamos com aquele que gostei mais: o Velvet Passion Matte Lipstick 332 Taupe Brown. Todo o batom é lindíssimo, a cor, a embalagem com íman que previne toda a confusão e perda das peças na carteira, a aplicação igualmente simples, tudo.
Pijama's day!
 Senti que tinha de escrever sobre ele, porque, de facto, tenho usado e abusado dele, tem sido o meu companheiro nas saídas nocturnas, em algumas horas de trabalho, nos dias da vaidade - todos precisamos destes! - e nos dias sem razão nenhuma.
 Continuo a sair mais vezes sem batom do que com ele, porém, agora, já tenho aquele batom infalível com o qual sei que me sinto bem, sem sentir que tenho os lábios a brilhar, embora brilhem de uma forma completamente diferente.

 Não são as coisas materiais que nos fazem « conquistar o Mundo». Mesmo assim, não há mal nenhum em querer fazê-lo com alguma pinta.
 Girl, put your lipstick on and go conquer the world!!!

Leap!, um filme motivador

terça-feira, 9 de maio de 2017

 Este domingo, vi Leap! enquanto estudava, uma vez que ainda estou desafogada de frequências e avaliações. Um filme que retrata a vida de uma jovem órfã cujo maior desejo é ser bailarina.
 Felicie vive num orfanato misto e sonha diariamente fugir com o seu melhor amigo, Victor, para Paris onde almeja por ingressar na Grand Opera e tornar-se uma das únicas meninas dançarinas.
 Quando, finalmente, Victor arranja um plano suficientemente bom para escaparem daquela casa que limita os sonhos, os dois são convidados a viver aventuras inesperadas e lançam-se num espírito aventureiro e corajoso enorme. Acabam por se separar, mas, ambos conseguem ir safando-se, sem nunca se esquecerem de se reencontrarem e actualizar as aventuras.
 A jovem traquina conhece uma mulher que anda de bengala e limpa a casa de uma senhora muito má, começa a viver com ela, ajudando-a nas limpezas, até que começa mesmo a ser treinada por esta quando rouba a identidade à filha da senhora má para entrar numa classe de bailarinas.
 O que mais me inspira e motiva é a evolução que a miúda fez e a paixão que esta tinha. durante o filme, as pequenas bailarinas são confrontadas com a pergunta «Porque danças?», sendo poucas as que sabem responder, isto intrigou-me mesmo muito!
 Não conseguindo evitar o meu espírito curioso, irrequieto, comecei a pôr a vida atleta de Felicie em paralelo com a minha. Também eu comecei a praticar patinagem artística mais tarde do que o «normal» e todos os dias é um desafio para acompanhar as crianças que não racionalizam e fazem aquilo naturalmente desde pequeninas.
 Com este filme de animação mesmo bonito, reiterei que com trabalho, esforço e dedicação conseguimos mesmo chegar mais longe. Ela não desistiu. E respondeu à pergunta que lhe colocaram sem hesitar e com lágrimas nos olhos e no coração! Não dança apenas porque alguém projectou que isso seria o melhor para ela.
 Eu consigo responder à pergunta «Porque patinas?». E vocês, conseguem, interiormente, saber porque praticam certas actividades?

Três mulheres, Um filme

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

 Assim que li a review da Carol soube que tinha de ver o filme. Já tinha uma mini ideia sobre o que falava o filme, porém, não sabia que era tão poderoso assim. Retrata uma realidade de 1961 que se verificou durante toda a existência humana antiga e que ainda se pode identificar em certos locais, infelizmente. O racismo, atenuado ou evidente, o racismo sempre, associado à diferença de sexos.
 Três mulheres, Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, trabalharam arduamente para adquirirem os conhecimentos que tinham, além da inteligência extrema que todas tinham. Inicialmente, fazendo apenas trabalho de computador e verificação de cálculos, acabaram por contribuir de maneira diferentes e de extrema importância para um acontecimento histórico: O lançamento em órbita de John Glenn.
 O que admiro mais nestas mulheres é o facto de nenhuma delas procurar directamente a fama, apenas desejavam poder trabalhar no que gostavam de maneira livre e honesta. Sendo mulheres, e negras, sofreram na pele descriminações absurdas (que cada vez voltam com mais força à actualidade). Entre perder 40 minutos de cada vez que queriam ir à casa de banho, porque tinham uma própria e não ficava situada no seu edifício, a terem de ir a tribunal para poderem tirar um curso de engenharia.
 Vi este filme com uma atenção de falcão, atentei os pormenores e aqueceu-me o coração seguir a evolução de cada uma delas e ansiar para que tivessem imenso sucesso. Um filme que nos prende ao ecrã, uns podem considerá-lo lento, porém, tem a quantidade certa de falas, movimentos, acção, sorrisos e lágrimas.
 Uma reflexão um pouco mais íntima: deixou-me bem confortada saber que há pessoas que lutam por direitos iguais para toda a gente, naquela época havia, há 3 mil anos havia e, nos dias de hoje, continua a haver. Não nos esqueçamos disto: é importante apoiar-mo-nos uns nos outros para que seja mais suportável aguentar o dia-a-dia!
 Ainda não viram? Então não percam tempo a ler-me, corram para o ecrã mais próximo e ponham o filme a dar!!!!

Um concerto, uma sala.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

 Já faz mais de uma semana e não sei como não escrevi sobre isto antes... um concerto que me fez sorrir e cantarolar desde então: You Can't Win Charlie Brown. Uma banda constituída por seis portugueses que vieram no dia 20 de Janeiro apresentar o mais recente álbum Marrow numa das salas mais emblemáticas do país no Theatro Circo.
 Ouvi-os pela primeira vez no NOS Primavera Sound 2014 e prometi a mim mesma que não seria uma experiência única. Desde então que algumas das músicas deles fazem parte da minha lista de favoritas, principalmente a After December. Surgiu a oportunidade e a companhia ideal da minha amiga, de repente, tínhamos bilhetes na mão e estávamos à porta a tentar preparar-nos para ver magia à nossa frente.
 É impressionante como uma boa banda nos pode sempre surpreender. A interacção com o público foi incrível, o sentido de humor no ponto, o companheirismo entre membros da banda muito bonito de se ver e a música boa como sempre.
 A última música foi cantada juntamente com o público e gerou-se um ambiente muito acolhedor, calmo e de cortar a respiração. «All I wanted to give was this lonely sad song». E este verso ecoará na minha cabeça enquanto a minha memória não me falhar.
 Peço-vos um favor: se alguma vez os poderem ver ao vivo, não hesitem, simplesmente vão e aproveitem cada segundo.
 Obrigada 2017 por já me teres trazido um concerto tão único e cheio de sensações.

Nhami, Alfacinha!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

 Para quem me conhece não é novidade que adoro cozinha vegetariana e explorar todo esse mundo. Gosto mesmo de ir para a cozinha e experimentar ingredientes novos, alimentos diferentes, temperos arriscados, com o coração e a imaginação a palpitar. Porém, não o sou, nem tenciono sê-lo, uma vez que aprecio imenso peixe e não penso que fosse capaz de parar de o comer.
 Mesmo assim não perco uma oportunidade, nem recuso um convite para ir almoçar ou jantar a um restaurante vegetariano, seja este uma novidade ou um sítio frequente. Na passada quarta-feira, surgiu a oportunidade de ir experimentar um sítio novo super bem acompanhada. Nas duas grandes cidades há imensa oferta de menus biológicos, saudáveis, bonitos e deliciosos, por isso, fico mesmo contente quando, por cá, descubro sítios alternativos aos que visito regularmente.

Reflexão: Remember Me

domingo, 15 de janeiro de 2017

 Este é principalmente para os que já viram o filme, talvez fale do final e, se ainda não viram, convém que não leiam, para que o factor UAU esteja presente quando tiverem oportunidade de ver.

A cidade Fantasma...

terça-feira, 9 de agosto de 2016

 ... porém, de visita obrigatória: Chaves.
 Ao fim de seis ou sete anos sem férias a sério com a minha mãe, este ano está a dar para usufruir de dias seguidos com ela e aproveitar para visitar e conhecer melhor o nosso país, mais concretamente, a zona NORTE.
 Este domingo decidimos que iríamos visitar esta cidade que fica a 1h40m de Braga se andarem com cuidado e optarem pela auto-estrada.
 Chegadas à cidade, achámo-la um pouco deserta, até assustadora, sinceramente, mas, rapidamente mudámos de ideias ao alcançar o centro da cidade. O meu queixo caiu face aos detalhes das ruas, com um aspecto mais rural, à organização das ruas, à cor dos prédios e dos jardins.

O Homem que viu o Infinito

quinta-feira, 21 de julho de 2016

 Dei por mim sem companhia para ir ver o filme que tanto me fazia comichão na barriga de ansiedade. Na verdade, soube pelo facebook do atractor que estava a oferecer bilhetes duplos e, embora não os tenha conseguido ganhar, decidi que não estava o filme no cinema sem eu o ver!
 Por isso, ontem, dei por mim a sair de casa para ir sozinha ao cinema e não me sinto nada mal com isso, pelo contrário, soube-me super bem e pude aproveitar tudo em silêncio e à minha maneira.

Mudar para melhor, talvez.

sábado, 9 de julho de 2016

 Aconselho aos mais sensíveis a preparem-se bastante bem para a visualização deste documentário... na verdade, algumas cenas mexeram bastante comigo, deixando-me até à beira de lágrimas e com o coração nas mãos.
 Há cerca de 3 anos, creio eu, a minha realidade foi completamente abalada pelos animais destas filmagens. Mudei totalmente a forma como encaro a comida e aquilo que ingiro.
 A «necessidade» de industrializar tudo e mais alguma coisa fez com que nem a indústria alimentar seja um «local» seguro. Os pedaços de carne que nos chegam à mesa resultam de uma jogada muiiiiito suja para encher os bolsos de notas de algumas entidades. Servem-nos químicos e carnes completamente modificadas. Chegarem ao ponto de criar galinhas, vacas, porcos, cabritos nestas condições é extremamente preocupante e crudelíssimo. O sofrimento a que são sujeitos não é só desumano da nossa parte, como também nada razoável.
 Além disso, há uma quantidade considerável de povo que se questiona porque ganha resistência a certos medicamentos ou porque estará tão doente e fraca... bem, aquilo que comemos, dita o que somos, segundo o provérbio... comendo esta quantidade abismal de químicos e carne completamente alterada, o nosso corpo cria mecanismos de defesa e aprende a lutar contra muitos dos químicos presentes nos bons comprimidos.
 Não deixei de comer carne por causa do passado que muitos de vós conhecem, porém, também não cessei a sua ingestão, pois, felizmente, os pais da minha Madrasta criam galinhas e coelhos, com imenso espaço, luz, conforto e felicidade. Embora me faça imensa impressão comer carne, porque não consigo parar na sua inocência, não pratico o vegetarianismo ou pescetarianismo devido há frequente aquisição da minha Madrasta destes animais.
 Todavia, já quase não toco em carne comprada em grandes supermercados ou em talhos que não sejam de confiança.
 Um animal que não tem espaço para crescer e cujo crescimento está a ser manipulado ao ponto de ficar com ossos atrofiados? NÃO, obrigada.

Ophelia

sábado, 30 de abril de 2016

 Acreditem ou não, ouvi esta música hoje pela primeira vez! Mais vale tarde do que nunca... Sempre desejei vê-los ao vivo, são uma banda muito calma, feliz e descontraída.

 Assim como esta música: alegre, envolvente e com uma letra bastante bonita, principalmente para os que estão apaixonados, creio eu!
 Por isso, deixo-vos o vídeo e apenas vos peço que aproveitem bem a melodia e a letra.

Uma banda.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

 Conheço esta banda desde que lançaram o seu primeiro álbum In a Perfect World em 2012 e passei logo a ser fã e a cantarolar todas as músicas diariamente (até já a minha mãe estava cansada de me ouvir!!!). Na altura já eram um grande sucesso para mim.
 Já são um grupo desde 2005, tendo como nome 21 Demands e só lançando uma música durante esses anos. 
 Entretanto, lançaram o seu novo álbum, Coming Up For Air e começaram a ter um reconhecimento enorme. Agora, toda a gente os ouve e eu fico de coração cheio sempre que passam na rádio ou alguma amiga minha me pergunta porque não lhos apresentei antes. É tão bom uma banda de que gostamos crescer e nós acompanharmos isso desde o início...
 Para mim, é mesmo o tipo de música que acompanha uma viagem de carro a acompanhar as minhas fofinhas com o sol a bater na cara, ou uma tarde passada com os meus primos deitados na relva a falar uns com os outros, ou mesmo a estudar num dia de chuva. É mesmo o tipo de música ideal para ficar feliz.
 Além disso, alguns dos vídeos das primeiras músicas são mesmo peculiares e envolventes. 
 Com isto, quero recomendar-vos que passem um pouquinho do vosso tempo a explorar esta banda constituída por rapazes tão originais.

Cuidados!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016


 Nunca gostei de maquilhagem, talvez porque nunca tive jeito para aplicar ou porque a minha mãe também não tem esse costume. De qualquer forma, não sou menina de bases, sombras, eyeliners, brilhos, máscaras, aliás, continuo sem conseguir distingui-las muito bem. Contudo, também não sou uma rapariga desleixada que não tem qualquer cuidado com a pele ou com a aparência. Pelo contrário, não gosto quando me surgem borbulhas inesperadas ou quando o meu nariz fica com vermelhidão por causa das alergias, fico chateada quando vou a depilação e me deixam qualquer tipo de marca no buço ou quando vou ao dentista e deixam cair cola quente nas minha bochechas (sim, já me aconteceu e tenho uma marca por causa disso...).
 Gosto de manter a minha cara e o meu corpo hidratados e saudáveis. Acho que isso é importante. Como não gosto de misturas aa minha mummy é um pouco contra a minha vontade de eliminar da minha vida o máximo número de coisas que façam mal aos pequenos animais que se sacrificam por nós), uso Nivea para tudo e adoro a marca, sinceramente.

nível de cremes e a minha mãe não me deixa comprar na The Body Shop (
 Os exfoliantes são excelentes e realmente limpam todos os poros da cara de forma a ficarmos livres de pontos negros e borbulhas por crescer. O creme Nivea Soft é, como o nome diz, suave e super hidratante, deixa a cara um mimo e mesmo brilhante e basta reduzir na quantidade para não ficar nada pegajoso. O creme de mãos é ligeiramente gorduroso, mas já não tenho as mãos secas e desidratadas há anos. Os cremes de duche têm cheiros divinos e são macios ao ponto de ficarmos com a pele brilhante só de tomar banho. A invenção Nivea In-Shower Body Lotion funciona mesmo bem, embora não a use, porque tomo duche numa banheira e torna-se escorregadio... Os desodorizantes cumprem os seus requisitos e nunca me deixaram mal. Os protectores solares já esgotaram cá em casa mais de 40 vezes e pretende-se que assim continue. E, por fim, o Nivea Creme! É um creme divinal, tanto para aplicar nos pés por baixo de umas meias antes de dormir, como para colocar nos lábios em excesso para ficarem bem hidratados.
 Sempre usei esta marca, desde pequenina e a minha pele sempre foi bastante elogiada, não querendo ser convencida, a sério, digo-vos isto do fundo do coração! Aconselho vivamente a Nivea. Pelo menos, enquanto puder, vou sempre usufruir destes produtos magníficos.

"Qu'est-ce qu'on a fait au Bon Dieu?"

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

 «Que mal fiz eu a Deus?» estreou a 24 de Julho de 2014 em Portugal e a 2 de Janeiro de 2016 na RTP1. É uma comédia Francesa, cujas gravações forma feitas em Paris, com 97 minutos de pura risota!
 Mais um filme francês cheio de qualidade e, pelos vistos, filmado com um orçamento não muito alto.
 O casal Verneuil é francês e católico. São extremamente educados e bastante tolerantes. Aliás, com três das quatro filhas já casadas, aceitaram optimamente o facto de os seus três genros serem de religiões e origens diferentes. A filha mais sensível, Ségolène, que chora por tudo e por nada, casou com um banqueiro chinês, Chao Ling. A morena, Isabelle, é casada com um advogado árabe, Rachid. E a última das mais velhas, Odile, está casada com um investidor judeu, David.
 A primeira parte do filme é marcada por momentos familiares hilariantes onde tanto o casal mais velhos como os três mais novos se tentam entender. Os argumentistas conseguiram juntar a discussão de problemas sérios, como o desentendimento entre povos, e divertimento de um forma muito inteligente e «soft».
 É na «segund
a» parte do filme que se dá a reviravolta. A filha mais nova, Laure, dá a excelente notícia aos pais de que se vai casar com Charles, completamente católico. A esperança dos pais que seja um católico francês é de tal maneira grande que os deixa completamente boquiabertos quando a filha aparece acompanhada por um africano.
 Juntam-se, então, ao elenco três actores excelentes que representam a família do Charles. Com o pai do noivo também contra o casamento são-nos proporcionados momentos de muita loucura!

 Não vou contar mais nada! Apenas que cada vez estou mais surpreendida com os filmes franceses. O sotaque envolve-me completamente por si só, porém, são os excelentes actores que me surpreendem cada vez mais!
 Bom filme!

Uma banda, muita felicidade.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

 Foi no dia 12 de Junho que tive o prazer de assistir a um concerto maravilha desta banda, Time for T. É ainda um grupo pequenito, com um público reduzido, porém, nunca vi tanta amizade num palco como a que eles partilhavam. No dia a seguir ao meu aniversário aventurei-me com esta banda, na altura completamente desconhecida para mim, e acabei a descarregar as músicas todas para o meu telemóvel, a desejar ardentemente poder comprar-lhes a t-shirt e o disco.
 As letras são envolventes, fazem-me rir, descontraem-me, são boa companhia para corridas, além disso, são excelente música para convívio. Assisti ao mini concerto com a minha grande amiga, o que tornou o momento ainda mais especial, obviamente.
 Porque estou eu a falar deles? Porque aconteceu algo extremamente fantástico: Eles voltaram a Portugal e vão dar um concerto na minha cidade! E quem é que vai lá estar? EU!
 Adoro isto, vai ser um reviver do meu aniversário, do começo do verão e de uma altura muito feliz da minha vida. Assim, posso dizer que vou acabar o verão exactamente como o comecei!
 E QUE VERÃO!!!!

Primeira crítica e não é boa.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

 Sexta à noite, a minha mãe estava super cansada, eu tinha caminhado o dia todo de um lado para o outro a fazer recados. Eram 19h30 e nenhuma de nós tinha vontade de fazer o que quer que fosse na cozinha. Decidimos então ir experimentar o restaurante que ganhou mérito por ser considerado o melhor pela Trip Advisor em Braga neste ano: A Taberna do Félix.
 Chegámos por volta das 19h50 e já quase não havia mesas para nos sentarmos. Pensei que isto fosse um bom sinal. Finalmente, encontrámos uma mesa onde podíamos sentar-nos as três. Serviram-nos pão, de apenas uma variedade. Começámos a olhar para a Ementa e eu comecei logo a estranhar... Lulas recheadas, 11,75€. O meu pensamento foi: dá para duas pessoas, vem com imenso legumes a acompanhar e, provavelmente, batata cozida! A minha irmã ficou entusiasmada com o Arroz de Pato que custava 10,75€. Como é o típico prato, pensámos outra vez que dava para duas pessoas. Chamámos a senhora para pedir. Quando lhe perguntámos se o Arroz não dava para duas, a senhora garantiu-nos que não, que era dose para uma só e que podia não chegar. Pedimos também Sardinhas Espalmadas para compensar. 9,75€.
 Na minha doce inocência, perguntei o que acompanhava as Lulas, e foi então que ouvi a resposta que mais me chocou, «Arroz apenas». Bastante desagradada fui à página das Entradas e pedi um salada com mirtilos, queijo feta, mistura de alfaces e tomate cherry, 6€.
 Eram 20h05 quando pudemos fazer o pedido, eram 20h50 quando começámos finalmente a comer. É bom que seja feito na hora, mas eu já cozinhei todas estas coisas, com mais sabor e menos tempo!
 E foi isso que me irritou. Embora estivesse bom, deixou muito a desejar! O melhor prato era mesmo o de Lulas e trazia apenas duas Lulas ligeiramente recheadas. O Arroz de Pato dava à vontade para duas pessoas. E as Sardinhas não eram nada de mais.
 O pior de tudo foi quando nos trouxeram a Salada que estava descriminada como entrada e era 3x maior que o meu prato. Além disso, não era prato principal e era o mais saboroso.
 Bastante descontentes com tudo, nem pedimos sobremesa. Chamámos a Senhora e dissemos que queríamos a conta. Quando chegou, descriminava 3 cestos de pão, só tendo nós comido um, além de 2 garrafas de 1L, só tendo nós bebido uma.
 Bem, pagámos e viemos embora.
 Sabem qual foi a pior parte? A pior parte foi o facto de o meu restaurante favorito, o Anjo Verde, ser mesmo à beira da Taberna e eu ter ido comer àquele sítio. Fiquei mesmo mal impressionada. Se algum dia lá voltar, espero mesmo que tenham melhorada bastante. Já não se pratica em quase lado nenhum servir qualquer prato apenas com arroz!

Opinião: The Water Divine

sábado, 28 de março de 2015


 Já há muito tempo que não via um filme que me fizesse pensar tanto. Voltei a chegar à conclusão de que a esperança conjugada com um amor de pai (ou qualquer tipo de amor) do tamanho do mundo são dois sentimentos que abalam todas as expectativas.
 Quando o amor rebenta com as costuras e o sofrimento é demasiado, porém não conseguimos desistir de procurar, alcançamos quase sempre as respostas que esperamos.
 O filme retrata a história de um pai desesperado e viúvo que decide envergar na viagem da procura pelos 3 filhos desaparecidos na 1ª Guerra Mundial. Este agricultor vai do seu lar calmo na Austrália até ao vasto campo de batalha em Gallipoli, passando por uma cidade onde conhece um miúdo muito engraçado no seu jeito cuja mãe também ficou viúva, contudo do lado oposto da guerra!

 É super interessante a maneira como mostram os dois lados da guerra e as duas faces de cada lado... E isso foi sem dúvida uma das coisas que me impediu de sair do sofá!
 Aconselho vivamente o filme a quem gosta deste tipo de entretenimento. Mas só mesmo para quem gostar...
 Por hoje é só!