Este foi um ano que começou com toda a força que algo novo tem inerente, um ano cheio de surpresas, de novos desafios, de introspecção e reflexão profunda, de leveza e, ao mesmo tempo, de pesares e quebras, uma vez que na vida não é tudo branco no branco e preto no preto. Há mistura, pluralidade e marés, para que se possa estabelecer um certo equilíbrio e a vida não passe apenas diante dos nossos olhos.
Agora que olho para trás e revejo as fotos, os textos, as pessoas, as coisas que fizeram parte do meu ano, apercebo-me que tive muita coisa à qual posso agarrar com força e sorrir como nunca, apesar das coisas que me deitaram abaixo, das dores que me atravessaram o coração e dos momentos que tentei esquecer. Neste momento, percebo que não quero esquecer. Não é que queira ou faça questão de reviver as coisas menos boas, porém, quero mantê-las presentes, com a finalidade de me recordar que as ultrapassei, que as vivi e sobrevivi, por mais leves que tenham sido.
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| O iniciar de um novo ano |






