Leap!, um filme motivador

terça-feira, 9 de maio de 2017

 Este domingo, vi Leap! enquanto estudava, uma vez que ainda estou desafogada de frequências e avaliações. Um filme que retrata a vida de uma jovem órfã cujo maior desejo é ser bailarina.
 Felicie vive num orfanato misto e sonha diariamente fugir com o seu melhor amigo, Victor, para Paris onde almeja por ingressar na Grand Opera e tornar-se uma das únicas meninas dançarinas.
 Quando, finalmente, Victor arranja um plano suficientemente bom para escaparem daquela casa que limita os sonhos, os dois são convidados a viver aventuras inesperadas e lançam-se num espírito aventureiro e corajoso enorme. Acabam por se separar, mas, ambos conseguem ir safando-se, sem nunca se esquecerem de se reencontrarem e actualizar as aventuras.
 A jovem traquina conhece uma mulher que anda de bengala e limpa a casa de uma senhora muito má, começa a viver com ela, ajudando-a nas limpezas, até que começa mesmo a ser treinada por esta quando rouba a identidade à filha da senhora má para entrar numa classe de bailarinas.
 O que mais me inspira e motiva é a evolução que a miúda fez e a paixão que esta tinha. durante o filme, as pequenas bailarinas são confrontadas com a pergunta «Porque danças?», sendo poucas as que sabem responder, isto intrigou-me mesmo muito!
 Não conseguindo evitar o meu espírito curioso, irrequieto, comecei a pôr a vida atleta de Felicie em paralelo com a minha. Também eu comecei a praticar patinagem artística mais tarde do que o «normal» e todos os dias é um desafio para acompanhar as crianças que não racionalizam e fazem aquilo naturalmente desde pequeninas.
 Com este filme de animação mesmo bonito, reiterei que com trabalho, esforço e dedicação conseguimos mesmo chegar mais longe. Ela não desistiu. E respondeu à pergunta que lhe colocaram sem hesitar e com lágrimas nos olhos e no coração! Não dança apenas porque alguém projectou que isso seria o melhor para ela.
 Eu consigo responder à pergunta «Porque patinas?». E vocês, conseguem, interiormente, saber porque praticam certas actividades?

52 Semanas | 15 e 16: O que há de pior no mundo virtual e Isso para mim não é diversão...

segunda-feira, 8 de maio de 2017

  • Comentários maliciosos, nunca os percebi, se as pessoas vão espalhar más energias, mais vale nem comentarem... será que não percebem que também só lhes faz mal!?;
  • o factor vicioso, o mundo virtual causa uma dependência gigante, como é óbvio, cabe-nos a nós discernir se estamos viciados ou não, porém, é muito complicado contornar um vício;
  • Identidades falsas, é tão fácil criar um perfil, uma história, uma cara, não custa nada e pode ser bem perigoso para quem é ingénuo e acredita em tudo e todos à primeira;
  • Distância, se, por um lado, pode haver quem apenas esteja aqui para nos enganar, por outro, de certeza que há muita boa gente por aqui e, infelizmente, nem sempre podemos conhecê-los ou torná-los ainda mais constantes no nosso dia-a-dia, pois, embora estejamos à distância de um clique, também estamos à distância de alguns quilómetros físicos;
  • Informação que transborda, ter alguma informação é bom, acesso a boa informação é precioso, imensos artigos, histórias, testemunhos, documentários, vídeos, convergentes ou divergentes pode tornar-se problemático - não acreditem em tudo o que lêem.

  • Sair com intenção de ficar completamente K.O., não sei como é que se aproveita bem a noite nestas condições, mas não julgo quem o faz;
  • Passar um serão a comentar a vida dos outros, e acreditem que há muita gente que aprecia e valoriza fazer isto;
  • Wrestling, nunca percebi ou gostei de ver, porém, gosto de boxe, artes marciais e tudo o que esteja relacionado com estes últimos;
  • Quando estou na berma da piscina e me salpicam e são inconvenientes a molhar-me, sempre disse que uma coisa é ser uma vez e com carinho, outra é estarem mesmo a perceber que me estão a incomodar e não pararem;
  • Combates de animais, não sei porque é que as pessoas acham isto divertido ou interessante de alguma forma...

 Ando mesmo super atrasada na publicação desta rubrica. Peço desculpa, por andar atrasada e porque vão levar um dose a quadruplicar!!!

Felicidade também é...

quinta-feira, 4 de maio de 2017

 ... o meu primo convidar-me para escrever nas fitas de finalista dele!
 Para a comunidade Universitária é evidente que completar um curso é uma das maiores realizações académicas. Evidentemente, passar um determinado período a estudar afincadamente, a fazer trabalhos com prazos de entregas apertados, a passar horas enfiados numa sala para realizar um teste, é absolutamente cansativo, porém, chegar ao fim e completar esta etapa é das coisas mais bonitas desta fase.
 O meu primo é das pessoas que mais admiro, a sua inteligência, bondade, honestidade, carinho. Desde novos que ele sempre foi como um irmão mais velho (assim como a irmã dele, uma irmã para mim), crescemos juntos no quintal da minha Vovó e não podia agradecer-lhe mais por ter contribuído tanto para a criança feliz que eu fui.
 Como devem imaginar, assim que o meu primo me pediu que lhe escrevesse uma dedicatória nas fitas, o meu dia melhorou consideravelmente. Assim, vou só ali inspirar-me e dizer-lhe o que ele mais merece ler!!!


 P.S. - Também a Dani me pediu que deixasse a minha marca nas fitas dela e acho que ainda não lhe mostrei o quão agradecida estou!!! Mil beijinhos <3

Aleluia!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

 Não deve haver melhor expressão para descrever a sensação que me encheu o coração no sábado de Páscoa. Estive na organização de uma actividade Pascal e, celebrar assim este momento cristão, foi uma experiência fenomenal.
 As pessoas que me acompanharam garantiram que nós conseguíamos tornar os três dias inesquecíveis para todos os participantes, desde actividades interactivas a momentos mais pessoais e íntimos.
 Tivemos, ainda, espaço para voluntariado e, devo admitir, isso contribuiu imenso para um sentimento de plenitude gigante.
 Não me queria alongar muito sobre este assunto, porém, é importante partilhar por aqui um pouquinho da felicidade interior que me tem acompanhado nos últimos tempos. Apercebi-me, também, que é muito importante sentirmo-nos bem, tendo em conta que não devemos descurar o bem-estar do outro e o sorriso do próximo. Aliás, por vezes, ver as pessoas ao nosso redor sorrir, festejar, abraçar, cantarolar pode ser o detalhe positivo do nosso dia.
 Assim, venho apenas deixar-vos esta proposta: além de celebrarem a vossa paz interior, celebrem também o dançar interior e feliz das vossas pessoas e das pessoas que passam no vosso dia!