Diário de Uma Condutora #10

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

 Conduzir deixa-me cheia de adrenalina e com um sentimento de tranquilidade difícil de igualar. Adoro poder pegar na chave do carro da minha mãe e sair, muitas vezes sem saber exactamente o que vou fazer, só mesmo pela felicidade de conduzir, pôr a chave na ignição, ligar o carro, ajustar as mudanças, tirar o pé da embraiagem. Talvez tenha herdado isto da minha mãe, não sei, também adorou sempre conduzir e agarrar o volante. Assim como o meu avô, este também não queria que lhe tirassem a carta de condução, pois apreciava o andar de carro sem preocupações. Eu não descurei o gosto da família... e ainda bem!!!

52 Semanas | 5: Fazem parte da minha wishlist...

sábado, 4 de fevereiro de 2017


  • a longo prazo, um Opel Adam ou um Volkswagen Up!, antes queria um Fiat 500 ou um Mini Cooper, mas, depois percebi que algo mais simples, barato e igualmente confortável me bastava;
  • a curtíssimo prazo, umas calças de ganga brancas ou pretas, o que me der na cabeça quando as estiver a comprar;
  • ir a Budapeste, Hungria. Tenho sonhado quase diariamente com esta viagem;
  • comer sushi (isto é a saudade a falar) ontem, hoje e amanhã;
  • todos os produtos da The Body Shop, se um anjinho caísse na minha conta bancária.

Amarelinha #3

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

 Ando aqui a magicar o próximo destino fora do país da Amarelinha. Adorava do fundo do coração que fosse Budapeste na Hungria... seria, sem sombra de dúvida, um sonho tornado realidade. Se por acaso conseguir ir lá brevemente, o que recomendam? O que devo ver, visitar e sítios que achem que eu gostaria de parar para comer qualquer coisa? Talvez as vossas sugestões me deixem ainda mais ansiosa e preparada para planear tudo direitinho...

 E vocês onde gostavam de ir?

Um concerto, uma sala.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

 Já faz mais de uma semana e não sei como não escrevi sobre isto antes... um concerto que me fez sorrir e cantarolar desde então: You Can't Win Charlie Brown. Uma banda constituída por seis portugueses que vieram no dia 20 de Janeiro apresentar o mais recente álbum Marrow numa das salas mais emblemáticas do país no Theatro Circo.
 Ouvi-os pela primeira vez no NOS Primavera Sound 2014 e prometi a mim mesma que não seria uma experiência única. Desde então que algumas das músicas deles fazem parte da minha lista de favoritas, principalmente a After December. Surgiu a oportunidade e a companhia ideal da minha amiga, de repente, tínhamos bilhetes na mão e estávamos à porta a tentar preparar-nos para ver magia à nossa frente.
 É impressionante como uma boa banda nos pode sempre surpreender. A interacção com o público foi incrível, o sentido de humor no ponto, o companheirismo entre membros da banda muito bonito de se ver e a música boa como sempre.
 A última música foi cantada juntamente com o público e gerou-se um ambiente muito acolhedor, calmo e de cortar a respiração. «All I wanted to give was this lonely sad song». E este verso ecoará na minha cabeça enquanto a minha memória não me falhar.
 Peço-vos um favor: se alguma vez os poderem ver ao vivo, não hesitem, simplesmente vão e aproveitem cada segundo.
 Obrigada 2017 por já me teres trazido um concerto tão único e cheio de sensações.