Um concerto, uma sala.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

 Já faz mais de uma semana e não sei como não escrevi sobre isto antes... um concerto que me fez sorrir e cantarolar desde então: You Can't Win Charlie Brown. Uma banda constituída por seis portugueses que vieram no dia 20 de Janeiro apresentar o mais recente álbum Marrow numa das salas mais emblemáticas do país no Theatro Circo.
 Ouvi-os pela primeira vez no NOS Primavera Sound 2014 e prometi a mim mesma que não seria uma experiência única. Desde então que algumas das músicas deles fazem parte da minha lista de favoritas, principalmente a After December. Surgiu a oportunidade e a companhia ideal da minha amiga, de repente, tínhamos bilhetes na mão e estávamos à porta a tentar preparar-nos para ver magia à nossa frente.
 É impressionante como uma boa banda nos pode sempre surpreender. A interacção com o público foi incrível, o sentido de humor no ponto, o companheirismo entre membros da banda muito bonito de se ver e a música boa como sempre.
 A última música foi cantada juntamente com o público e gerou-se um ambiente muito acolhedor, calmo e de cortar a respiração. «All I wanted to give was this lonely sad song». E este verso ecoará na minha cabeça enquanto a minha memória não me falhar.
 Peço-vos um favor: se alguma vez os poderem ver ao vivo, não hesitem, simplesmente vão e aproveitem cada segundo.
 Obrigada 2017 por já me teres trazido um concerto tão único e cheio de sensações.

52 Semanas | 4: As minhas citações favoritas são...

sábado, 28 de janeiro de 2017


  • O sorriso é o silêncio mais bonito que existe. - Snoopy;
  • I'm gonna catch some sunlight and spread it all over the place. - Time for T;
  • Ganhar uma guerra é tão desastroso quanto perdê-la. - Agatha Christie;
  • Os números são a única linguagem universal - Nathanael West (esta tive de ir procurar quem a tinha dito!!!);
  • And if you're still breathing, you're the lucky ones - Daughter

 Sei que já estão 5 mas tinha mesmo de referir esta: «Porque gosto de ti todos os dias» - Mãe.

Universidades e defesas de notas

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

 Na terça dei por mim a ficar com dores de barriga, cabeça e quase a chorar devido à dificuldade que estava a encontrar a fazer um trabalho. Passo a explicar: tive 18 à minha cadeira favorita, História da Matemática, porém, o professor não dá notas acima de 16 sem que defendamos a nota que obtivemos. Nesta cadeira, a defesa de nota consiste na entrega de um trabalho sobre um desenvolvimento na matemática que não tenha sido abordado na aula. Contudo, nem é disto especificamente que venho falar hoje.
 Trabalhei arduamente o semestre inteiro para esta unidade curricular, esfalfei-me para apreender os conceitos e conteúdos dados pelo docente, correspondi às expectativas nas frequências e lutei para ter a nota que tive. E, por trabalhar arduamente, sou admitida a prova complementar: que bom! (notem o tom irónico da exclamação).

Nhami, Alfacinha!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

 Para quem me conhece não é novidade que adoro cozinha vegetariana e explorar todo esse mundo. Gosto mesmo de ir para a cozinha e experimentar ingredientes novos, alimentos diferentes, temperos arriscados, com o coração e a imaginação a palpitar. Porém, não o sou, nem tenciono sê-lo, uma vez que aprecio imenso peixe e não penso que fosse capaz de parar de o comer.
 Mesmo assim não perco uma oportunidade, nem recuso um convite para ir almoçar ou jantar a um restaurante vegetariano, seja este uma novidade ou um sítio frequente. Na passada quarta-feira, surgiu a oportunidade de ir experimentar um sítio novo super bem acompanhada. Nas duas grandes cidades há imensa oferta de menus biológicos, saudáveis, bonitos e deliciosos, por isso, fico mesmo contente quando, por cá, descubro sítios alternativos aos que visito regularmente.