Voltei, mas a vontade de lá ficar era enorme. Na segunda, quando cheguei, senti logo falta da bicicleta que me acompanhou durante o fim-de-semana, senti falta do meu primo e das ruas de Amesterdão. Aquelas ruas cheias de história e maravilhas, cheias de segredos e repletas de magia. Cada canto, cada cheiro, cada cor deixa uma saudade enorme.
Joanices da Joaninha #2
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Batalhei durante anos com a minha mãe, pois ela estava convencida que eu fazia fita quando era para comer quivi, porém, a sensação de picos na garganta era mesmo verdadeira e não apenas desculpa para não comer esta fruta verdinha.
Amarelinha #1
sábado, 5 de novembro de 2016
É verdade que não é a primeira viagem dela, mas é a primeira para outro país da Europa, quem estará mais entusiasmada? Eu ou ela?
Estou mesmo quase a embarcar, só peço aos anjinhos que não seja necessário a Amarelinha ir para o porão. Eu não aguento essa angústia outra vez.
Bom fim de semana para vocês!
Passadeiras
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Depois de ver este vídeo durante uma conversa com o meu pai, eu perguntei-lhe se nestes países não havia passadeiras... A resposta que obtive deixou-me a pensar, disse-me que em certos países por todo o mundo passadeiras não são comuns, uma vez que são sinal de uma população civilizada. Na altura, acenei e calei. Contudo, ainda hoje continuo a pensar nisto.
A expressão «população civilizada» é extremamente irónica. É verdade que os países ditos civilizados têm poder legislativo, educativo e judicial, é verdade que há as regras de etiqueta, certas normas para socializar, é verdade que as pessoas estudam o código de estrada, é verdade que há livros de receitas, dicionários com explicações detalhadas, livros de instruções para pôr as coisas a funcionar, panfletos para explicar e resumir certos assunto. Porém, até que ponto tudo isto indica que somos uma população civilizada?
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