Obrigada Carol!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

 No seguimento deste magnífico post da Carol, sobre 2015 e o que o ano lhe trouxe, reflecti muito e identifiquei-me mais do que esperava. Aquando comentava, surgiram dentro de mim as minhas próprias aprendizagens no passado ano.
 Assim, introduzo esta publicação com o comentário que deixei no Thirteen.

Al Cacao

domingo, 9 de outubro de 2016

 Para os que me conhecem bem e aos meus gostos alimentares, é mais que sabido que sou louca por chocolate preto, principalmente acima dos 80%.
 Não aprecio chocolate de leite, nem branco, de TODO. Porém, chocolate preto é mesmo o meu pecado! Adoro o Lindt 99% e o 85%. O Kaoka 80% e o 90% do Equador. O meu de eleição no momento é da J.D.Gross de 81% da Arriba Superieur que tem um gosto muito muito muito especial, que se derrete na boca e faz delícias, que nos relembra aqueles doces decadentes das avós (que eu nem como, mas dos quais a sugestão é positiva), que nos sabe maravilhosamente misturado com o café.
 Contudo, a minha mais recente descoberta (verão do ano passado) foi algo que mistura o melhor de dois mundos: massa e cacau. (You did not see that coming!!)
 É verdade: andava eu a passear pelo Continente da Maia quando chego a esta parte cheia de produtos estranhos, diferentes e sensacionais. (E, sim, eu acho que ir ao Continente, Lidl, Jumbo, Pingo Doce, etc é passear.) Foi então que me deparei com esta massa magnífica, cuja precisa apenas de uma leve cozedura para ficar divinal. Fica especialmente maravilhosa com peixe grelhado, salteado ou com legumes apenas e pimenta!
 Uma sugestão diferente do normal e bem docinha e saborosa. Experimentem! 

Toxicidade, chega!

sábado, 1 de outubro de 2016

 Não é a primeira vez que abordo este tipo de assunto, já o fiz de outras formas, porém, tenho sentido a necessidade de voltar a escrever sobre isto.
 Não costumo desistir das pessoas. Sou o tipo de rapariga que dá oportunidade a toda a gente de revelar a sua personalidade sem julgar logo à partida, deixo-as mostrar-me do que são feitas, procurando sempre o coração quente e o olhar profundo. Acredito que toda a gente é boa, por muito más acções que cometam. Quando me desiludem ou me deixam muito mal, perdoo-as e dou-lhes uma tentativa para recomeçarem. E volto a acreditar, deposito mais uma vez a minha confiança na sua palavra.
Créditos: Power of Positivity

Diário de Uma Condutora #9

domingo, 25 de setembro de 2016

Este amarelo no meu carro futuro, por favor!

 Oiçam a voz de quem já tem a carta há mais de 7 meses (até parece que me dá muita credibilidade): Não passem mais de 2 semanas sem pegar num carro, pois, pode acontecer que ao voltar a conduzir se sintam inseguras e esse não é um sentimento nada bom para quem o quer fazer. Pratiquem muito.
 Já tenho saudades de o fazer, não vai passar desta semana.

24.09.2002

sábado, 24 de setembro de 2016

 Di,
 Tenho muita coisa para te dizer, poucas palavras para o fazer. Estás a crescer tão rápido que nem tenho tempo de dar por ela. Continuo a olhar para ti e a ver a bebé rechonchuda que um dia foste, alegre e muito delicada. Estaria a mentir se dissesse que não me lembro da felicidade que senti quando disseste «Mana» pela primeira vez, que não me lembro quando caminhaste na minha direcção, que não me lembro como estavas entusiasmada e ao mesmo tempo triste por me deixares e ires para a creche. Podia dizer que era demasiado nova para ter todas estas memórias, porém, és tu: o impacto que tiveste na minha vida foi demasiado grande para algum dia esquecer o quão melhor começaram a ser os meus dias depois de apareceres nas nossas vidas.

Aos 3 é de vez #3

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

 A 3ª publicação da rubrica que tem este número no nome não poderia deixar de ser super importante e diferente.
 Como sabem, a minha «Boadrasta» esteve grávida, dando vida a um menino muito muito muito bonito que me deixa completamente babada e que me fez perceber, pela segunda vez, o que é o verdadeiro amor (não esquecer que já tenho uma mana!!). Quase a fazer um mês, este miúdo tornou os nossos dias mais cheios, felizes, atarefados, inesperados,... É um pedacinho do céu, acredito eu, uma estrelinha que brilha para nos encher o coração a todos. Não bastava ele estar na minha vida, o meu pai faz ainda questão que ele me tenha a mim, uma simples rapariga que pouco sabe ou tem para dar, como Madrinha, para que possamos crescer juntos e apoiarmo-nos simultaneamente!
 O que vos pode estar a escapar, e é completamente normal, é o facto de a nossa diferença de idades ser de 19 anos (sim, eu vou ter 39 quando ele tiver 20). Contudo, esta diferença brutal de idades dá-me uma perspectiva diferente do que é ter um irmão e traz-me algumas situações caricatas. Eis, então, as 3 coisas que me marcaram mais com esta experiência novinha em folha:

Análise I

segunda-feira, 12 de setembro de 2016


 Faltam apenas 33 minutos para começar o 1º semestre do 2º ano da minha Licenciatura em Matemática, precisamente com Análise I. Que me corra tudo bem e, o que tiver de correr menos bem, que tenha tudo solução!

Mais um recomeço

domingo, 11 de setembro de 2016

 A vida tem isto de mágico: oferece-nos imensas oportunidades de recomeçarmos e revermos tudo o que faz efectivamente sentido para mantermos nas nossas caminhadas.
 Nesta última semana andei um pouco em baixo, o início deste ano lectivo aproximava-se e eu não sentia que estivesse pronta para ele a muitos níveis. Uma série de coisas estavam por resolver, esclarecer e limpar.
 Provavelmente, descarreguei um pouco esse sentimento no meu blogue, deixando de me sentir em casa e começando com uma estranha sensação de vazio. Além disso, irritava-me abrir o meu armário, ver roupa de há 7 anos que ainda usava e com a qual já não me identificava. Podia bem acabar aqui, porém, comecei a ver o material que tinha sobrado do ano passado e descobri mil e um folhas rabiscadas que não fazia sentido guardar.
 É verdade que as horas de sono todas trocadas, por causa das bodas de ouro dos meus avós, das noites brancas, dos almoços de família de dias inteiros, não devem ter ajudado em nada este meu sentimento, porém, tudo isto me deu aquele empurrão que precisava para mais um recomeço com sucesso. A vida é mesmo engraçada.
 

Aos 3 é de vez #2

domingo, 28 de agosto de 2016

 Infelizmente, o sítio onde se encaixa o carregador do meu computador estragou-se e logo numa altura em que a minha vontade de escrever anda bem elevada. Hoje consegui convencer a minha mãe a deixar-me usar o dela durante 2 horas e aproveitei para vos deixar algo escrito.
 Volto, então, com a rubrica que iniciei há pouco tempo e onde referi três escritoras fabulosas, porém, hoje o tema é diferente: revelo-vos as três coisas que mais gosto de fazer no Verão.

22.08.2016

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O despontar do sol, de um novo nascer.
 Este dia deixou de ser mais um dia no nosso calendário. A cegonha decidiu que estava na hora de deixar o presente e o meu irmão nasceu há cinco horas. Ainda estou em estado choque, sem reacção e sem qualquer tipo de palavras. A única coisa que posso dizer é mesmo que vou ser Madrinha, sou irmã outra vez, com 19 anos, mal posso esperar para o ver, aposto que é o miúdo mais bonito que alguma vez vou ver na minha vida.
 Que uma das viagens mais interessantes da minha vida comece! 


Todas as fotos que posto neste blogue são da minha autoria.
Por isso, pedia-vos que me informassem caso queiram alguma delas para uso próprio.
Alguém sabe como não perder a qualidade das fotos nas publicações?

Aos que mais amam.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

 Ontem, devido ao calor intenso proveniente do fumo dos incêndios, tive uma noite terrível, não parei um segundo de rebolar pela cama, dormi em intervalos de 30 minutos intercalados com horas acordada e, para melhorar a situação, tive pesadelos horríveis, pesadelos daqueles que nos fazem acordar sobressaltados e sem fôlego.
 Os pesadelos com monstros e figuras mágicas e fictícias já são uma constante, já não me assustam tanto como quando era uma catraia de 8 anos, já não me fazem acordar a chorar com medo do terrível indivíduo sobrenatural no armário ou debaixo da cama, já não me põem a correr de um lado para o outro para fugir aos possíveis ataques de uma figura transcendente.

A cidade Fantasma...

terça-feira, 9 de agosto de 2016

 ... porém, de visita obrigatória: Chaves.
 Ao fim de seis ou sete anos sem férias a sério com a minha mãe, este ano está a dar para usufruir de dias seguidos com ela e aproveitar para visitar e conhecer melhor o nosso país, mais concretamente, a zona NORTE.
 Este domingo decidimos que iríamos visitar esta cidade que fica a 1h40m de Braga se andarem com cuidado e optarem pela auto-estrada.
 Chegadas à cidade, achámo-la um pouco deserta, até assustadora, sinceramente, mas, rapidamente mudámos de ideias ao alcançar o centro da cidade. O meu queixo caiu face aos detalhes das ruas, com um aspecto mais rural, à organização das ruas, à cor dos prédios e dos jardins.

Aos 3 é de vez #1

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

 O número 3 está relacionado com a criação e a criatividade, por isso o escolho para esta rubrica. Pretendo com ela enaltecer as três coisas que no momento em que escrevo me apelam mais sobre variados assuntos.
 Senti necessidade de criar algo assim, uma vez que, já por várias vezes, tive vontade de escrever sobre determinado assunto e não sabia que detalhe escolher. Hoje começo com um tema que queria mesmo muito muito muito muito abordar: blogues que merecem luzes a toda a volta, merecem reconhecimento! Não os únicos, há outros de que gosto muito, mas estes serão os três iniciais, aqueles que, mal ligo o computador, vou ver se têm novidades, aqueles cujas escritoras têm características com que me identifico e assuntos interessantíssimos: OS blogues.
 A ordem pela qual os refiro é completamente aleatória e, com esta publicação, pretendo apenas que os vão visitar e que partilhem comigo o carinho que tenho por elas.

Aos 3 é de vez.

Por ti

quinta-feira, 28 de julho de 2016

 Até há pouco tempo o slogan da Nike não fazia grande sentido para mim: «Just do it». Como querem eles que nos metamos no que quer que seja sem ponderação? Fazia-me mesmo muita confusão, uma vez que sempre fui comedida e penso em tudo cinco ou seis vezes antes e tomar uma decisão...
 Contudo, a minha vida mudou completamente este ano que passou: a entrada na Universidade, a Praxe, o fazer parte da direcção do Núcleo de Estudantes, o meio-irmão que vem a caminho... Tive oportunidade de conhecer imensas pessoas novas e fazer coisas que nunca pensei fazer.
 Foi então que comecei a associar todas as coisas que tinha feito à expressão que está estampada em inúmeras camisolas, cartazes, panfletos, por aí em diante. Porém, houve UMA que me marcou absolutamente: a Patinagem Artística.

O Homem que viu o Infinito

quinta-feira, 21 de julho de 2016

 Dei por mim sem companhia para ir ver o filme que tanto me fazia comichão na barriga de ansiedade. Na verdade, soube pelo facebook do atractor que estava a oferecer bilhetes duplos e, embora não os tenha conseguido ganhar, decidi que não estava o filme no cinema sem eu o ver!
 Por isso, ontem, dei por mim a sair de casa para ir sozinha ao cinema e não me sinto nada mal com isso, pelo contrário, soube-me super bem e pude aproveitar tudo em silêncio e à minha maneira.

O Terror.

sábado, 16 de julho de 2016

 É inevitável não falar deste assunto. Não aguento mais um mundo assim...
 Ultimamente, tenho sido um espírito incrivelmente positivo, sempre com um sorriso na cara e bastante bem com a vida. Animo os sítios onde vou e sinto-me realizada a nível pessoal, académico e social.
 Contudo, quinta-feira fui extremamente abaixo com as notícias do atentado em Nice. Como é que é possível?
 É verdade que guerras e massacres acontecem todos os dias, não é mentira que muitos são silenciados e abafados pelos governos. Porém, os mais recentes têm gerado uma onda de insegurança inigualável.
 Ocorrem sem previsão alguma e não são aleatórios. Os autores destes incidentes decidem quando querem actuar e como querem fazê-lo, deixando o nosso futuro e bem estar completamente nas suas mãos. Não houve atentados durante o Euro 2016 porque eles assim o estabeleceram. Nós, enquanto cidadãos e entidades de segurança, não temos qualquer poder ou opinião sobre o que nos vai acontecer. Isso é indubitavelmente triste e preocupante. 
 Dois quilómetros a atropelar pessoas? Roupas, objectos e sapatos a voar? Sangue por todo o lado? O medo, o terror, a aflição e a agitação que se gerou é mórbida. Em que mundo estamos nós a viver? Onde vamos parar assim?

 Continuo a querer acreditar que há mais pessoas boas, com corações quentes e preocupadas do que pessoas que nem deviam ser consideradas humanas, pois, estes actos não têm qualquer carácter humano!
 Por agora, resta-nos continuar a lutar por um mundo melhor e para que isto se resolva...

Diário De Uma Condutora #8

quinta-feira, 14 de julho de 2016

 Já não me assusta conduzir sozinha na auto-estrada e levar a minha irmã à praia. Neste momento, prefiro fazer manobras e conduzir longas distâncias a estacionar.
 Sabe mesmo bem ter a confiança suficiente na minha condução para pegar nas chaves e divagar por aí!

Vocês têm conseguido ver as minhas publicações no feed do blogger!?

Mudar para melhor, talvez.

sábado, 9 de julho de 2016

 Aconselho aos mais sensíveis a preparem-se bastante bem para a visualização deste documentário... na verdade, algumas cenas mexeram bastante comigo, deixando-me até à beira de lágrimas e com o coração nas mãos.
 Há cerca de 3 anos, creio eu, a minha realidade foi completamente abalada pelos animais destas filmagens. Mudei totalmente a forma como encaro a comida e aquilo que ingiro.
 A «necessidade» de industrializar tudo e mais alguma coisa fez com que nem a indústria alimentar seja um «local» seguro. Os pedaços de carne que nos chegam à mesa resultam de uma jogada muiiiiito suja para encher os bolsos de notas de algumas entidades. Servem-nos químicos e carnes completamente modificadas. Chegarem ao ponto de criar galinhas, vacas, porcos, cabritos nestas condições é extremamente preocupante e crudelíssimo. O sofrimento a que são sujeitos não é só desumano da nossa parte, como também nada razoável.
 Além disso, há uma quantidade considerável de povo que se questiona porque ganha resistência a certos medicamentos ou porque estará tão doente e fraca... bem, aquilo que comemos, dita o que somos, segundo o provérbio... comendo esta quantidade abismal de químicos e carne completamente alterada, o nosso corpo cria mecanismos de defesa e aprende a lutar contra muitos dos químicos presentes nos bons comprimidos.
 Não deixei de comer carne por causa do passado que muitos de vós conhecem, porém, também não cessei a sua ingestão, pois, felizmente, os pais da minha Madrasta criam galinhas e coelhos, com imenso espaço, luz, conforto e felicidade. Embora me faça imensa impressão comer carne, porque não consigo parar na sua inocência, não pratico o vegetarianismo ou pescetarianismo devido há frequente aquisição da minha Madrasta destes animais.
 Todavia, já quase não toco em carne comprada em grandes supermercados ou em talhos que não sejam de confiança.
 Um animal que não tem espaço para crescer e cujo crescimento está a ser manipulado ao ponto de ficar com ossos atrofiados? NÃO, obrigada.

Só mais uma!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

 Vim só avisar-vos que o URL do meu blogue passou de avidadeumaalforreca para aduplafacedejoana. Como é óbvio, faz todo o sentido para mim ser assim!
 Já agora, logo vou dar-vos uma sugestão de um documentário que mudou muito a forma como encaro a alimentação!
 Beijinhos!!

Ando a precisar de mudanças...

sábado, 2 de julho de 2016

 Achei que seria engraçado começar esta mudança com um episódio peculiar que associo ao meu cantinho...

 Estava eu na Prainha, o melhor condomínio de férias no Algarve, onde o meu tio tem uma casa e costumo ir passar férias, quando a minha prima vem sobressaltada a correr em direcção a mim: «Prima, tenho medo, está uma alforreca no mar, e se ela me pica?»
 Curiosa como sou, fui logo ao mar para «dar um mergulho», indo, ao invés, em busca da tão temida alforreca. Andei cinco metros e dou de caras com uma criatura não maior do que 60 centímetros, estimo eu, super bonita, meia esbranquiçada, com uma cruz castanha na cabeça e tentáculos pequeninos e super fofinhos a dançar debaixo daquela cabecinha super querida. Fiquei talvez dez minutos a nadar à volta daquela misteriosa alforreca, observando cada movimento, a forma de nadar, de subir e descer e o medo que provocava aos restantes ocupantes da praia.

 Penso que foi durante esse tempo que cheguei à conclusão que precisava de tornar o blogue ainda mais pessoal. A verdade é que sempre adorei escrever e que, no início, este cantinho foi mesmo para desabafar numa altura difícil do meu crescimento. Todavia, agora já escrevo sobre todo o tipo de assuntos, pessoais e impessoais, por isso, sinto que o posso tornar ainda mais MEU.
 Chamámos Bolha à alforreca que vimos na Prainha... à Bolha um eterno obrigada por me ter ajudado a perceber que estou, de facto, mais saudável agora, mais feliz, com o coração mais cheio, por me ter feito compreender que está na altura de mudar algumas coisas na minha vida!
 - Bolha, o meu nome é Joana, tenho 19 anos e estudo Matemática!