Aos 3 é de vez #1

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

 O número 3 está relacionado com a criação e a criatividade, por isso o escolho para esta rubrica. Pretendo com ela enaltecer as três coisas que no momento em que escrevo me apelam mais sobre variados assuntos.
 Senti necessidade de criar algo assim, uma vez que, já por várias vezes, tive vontade de escrever sobre determinado assunto e não sabia que detalhe escolher. Hoje começo com um tema que queria mesmo muito muito muito muito abordar: blogues que merecem luzes a toda a volta, merecem reconhecimento! Não os únicos, há outros de que gosto muito, mas estes serão os três iniciais, aqueles que, mal ligo o computador, vou ver se têm novidades, aqueles cujas escritoras têm características com que me identifico e assuntos interessantíssimos: OS blogues.
 A ordem pela qual os refiro é completamente aleatória e, com esta publicação, pretendo apenas que os vão visitar e que partilhem comigo o carinho que tenho por elas.

Aos 3 é de vez.

Por ti

quinta-feira, 28 de julho de 2016

 Até há pouco tempo o slogan da Nike não fazia grande sentido para mim: «Just do it». Como querem eles que nos metamos no que quer que seja sem ponderação? Fazia-me mesmo muita confusão, uma vez que sempre fui comedida e penso em tudo cinco ou seis vezes antes e tomar uma decisão...
 Contudo, a minha vida mudou completamente este ano que passou: a entrada na Universidade, a Praxe, o fazer parte da direcção do Núcleo de Estudantes, o meio-irmão que vem a caminho... Tive oportunidade de conhecer imensas pessoas novas e fazer coisas que nunca pensei fazer.
 Foi então que comecei a associar todas as coisas que tinha feito à expressão que está estampada em inúmeras camisolas, cartazes, panfletos, por aí em diante. Porém, houve UMA que me marcou absolutamente: a Patinagem Artística.

O Homem que viu o Infinito

quinta-feira, 21 de julho de 2016

 Dei por mim sem companhia para ir ver o filme que tanto me fazia comichão na barriga de ansiedade. Na verdade, soube pelo facebook do atractor que estava a oferecer bilhetes duplos e, embora não os tenha conseguido ganhar, decidi que não estava o filme no cinema sem eu o ver!
 Por isso, ontem, dei por mim a sair de casa para ir sozinha ao cinema e não me sinto nada mal com isso, pelo contrário, soube-me super bem e pude aproveitar tudo em silêncio e à minha maneira.

O Terror.

sábado, 16 de julho de 2016

 É inevitável não falar deste assunto. Não aguento mais um mundo assim...
 Ultimamente, tenho sido um espírito incrivelmente positivo, sempre com um sorriso na cara e bastante bem com a vida. Animo os sítios onde vou e sinto-me realizada a nível pessoal, académico e social.
 Contudo, quinta-feira fui extremamente abaixo com as notícias do atentado em Nice. Como é que é possível?
 É verdade que guerras e massacres acontecem todos os dias, não é mentira que muitos são silenciados e abafados pelos governos. Porém, os mais recentes têm gerado uma onda de insegurança inigualável.
 Ocorrem sem previsão alguma e não são aleatórios. Os autores destes incidentes decidem quando querem actuar e como querem fazê-lo, deixando o nosso futuro e bem estar completamente nas suas mãos. Não houve atentados durante o Euro 2016 porque eles assim o estabeleceram. Nós, enquanto cidadãos e entidades de segurança, não temos qualquer poder ou opinião sobre o que nos vai acontecer. Isso é indubitavelmente triste e preocupante. 
 Dois quilómetros a atropelar pessoas? Roupas, objectos e sapatos a voar? Sangue por todo o lado? O medo, o terror, a aflição e a agitação que se gerou é mórbida. Em que mundo estamos nós a viver? Onde vamos parar assim?

 Continuo a querer acreditar que há mais pessoas boas, com corações quentes e preocupadas do que pessoas que nem deviam ser consideradas humanas, pois, estes actos não têm qualquer carácter humano!
 Por agora, resta-nos continuar a lutar por um mundo melhor e para que isto se resolva...