Primeira viagem completamente sozinha, correu mesmo bem e nem estava com cabeça para conduzir. Talvez logo repita a dose. Sabe muito bem estar sozinha ao volante, sem preocupações, apenas com a música a acompanhar-nos!
Torna-se difícil...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Poucos são os que sabem o que sinto e o que comigo se passou... Partilhei-o por aqui quando este blog ainda era muito pequenino. É quando pensamos que está tudo resolvido, tudo curado que temos alguma quebra ou pensamento menos positivo.
Cada vez mais considero o amor pessoal uma das coisas mais importantes de sempre, sem ele não conseguimos olhar-nos ao espelho e gostar do que vemos. Infelizmente, e sei que muita gente o sente, alcançar um patamar na nossa vida onde o que somos nos faz sentir bem é muito mais difícil do que me disseram que seria quando era pequenita e inocente.
Lutar por uma figura, por um intelectual, por uma vida social que nos dê prazer, nos satisfaça, nos complete é desafiante, cansativo e esgotante.
É nos momentos em que me encontro sozinha com imenso tempo para pensar que chego a uma miserável verdade, cuja dia após dia aceito cada vez melhor: Nós nunca estamos cem por cento satisfeitos com o que temos.
Cuidados!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Nunca gostei de maquilhagem, talvez porque nunca tive jeito para aplicar ou porque a minha mãe também não tem esse costume. De qualquer forma, não sou menina de bases, sombras, eyeliners, brilhos, máscaras, aliás, continuo sem conseguir distingui-las muito bem. Contudo, também não sou uma rapariga desleixada que não tem qualquer cuidado com a pele ou com a aparência. Pelo contrário, não gosto quando me surgem borbulhas inesperadas ou quando o meu nariz fica com vermelhidão por causa das alergias, fico chateada quando vou a depilação e me deixam qualquer tipo de marca no buço ou quando vou ao dentista e deixam cair cola quente nas minha bochechas (sim, já me aconteceu e tenho uma marca por causa disso...).
Gosto de manter a minha cara e o meu corpo hidratados e saudáveis. Acho que isso é importante. Como não gosto de misturas aa minha mummy é um pouco contra a minha vontade de eliminar da minha vida o máximo número de coisas que façam mal aos pequenos animais que se sacrificam por nós), uso Nivea para tudo e adoro a marca, sinceramente.
nível de cremes e a minha mãe não me deixa comprar na The Body Shop (
Os exfoliantes são excelentes e realmente limpam todos os poros da cara de forma a ficarmos livres de pontos negros e borbulhas por crescer. O creme Nivea Soft é, como o nome diz, suave e super hidratante, deixa a cara um mimo e mesmo brilhante e basta reduzir na quantidade para não ficar nada pegajoso. O creme de mãos é ligeiramente gorduroso, mas já não tenho as mãos secas e desidratadas há anos. Os cremes de duche têm cheiros divinos e são macios ao ponto de ficarmos com a pele brilhante só de tomar banho. A invenção Nivea In-Shower Body Lotion funciona mesmo bem, embora não a use, porque tomo duche numa banheira e torna-se escorregadio... Os desodorizantes cumprem os seus requisitos e nunca me deixaram mal. Os protectores solares já esgotaram cá em casa mais de 40 vezes e pretende-se que assim continue. E, por fim, o Nivea Creme! É um creme divinal, tanto para aplicar nos pés por baixo de umas meias antes de dormir, como para colocar nos lábios em excesso para ficarem bem hidratados.
Sempre usei esta marca, desde pequenina e a minha pele sempre foi bastante elogiada, não querendo ser convencida, a sério, digo-vos isto do fundo do coração! Aconselho vivamente a Nivea. Pelo menos, enquanto puder, vou sempre usufruir destes produtos magníficos.
Ser imperativo e ter uma opinião.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Ultimamente (gosto tão pouco desta palavra) tenho tido algum tempo livre para dormir, fazer exercício, ler, comer sem pressas, estar com pessoas que não via há meses... Descontrair no verdadeiro sentido da palavra. Isto dá-me a oportunidade de ler artigos de colunistas, tweets de amigos, além de poder participar, finalmente, em saídas onde debatemos todo o tipo de assuntos.
Não pretendo divagar sobre o que me tem ocupado nas últimas semanas, aliás, aquilo de que venho falar é sobre a forma como exprimimos a nossa opinião e as nossas ideias. No meio de tantas palavras, reparei que muita gente fala como se aquilo que diz fosse uma verdade irrefutável, como se fossem os únicos donos da verdade.
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