Cuidados!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016


 Nunca gostei de maquilhagem, talvez porque nunca tive jeito para aplicar ou porque a minha mãe também não tem esse costume. De qualquer forma, não sou menina de bases, sombras, eyeliners, brilhos, máscaras, aliás, continuo sem conseguir distingui-las muito bem. Contudo, também não sou uma rapariga desleixada que não tem qualquer cuidado com a pele ou com a aparência. Pelo contrário, não gosto quando me surgem borbulhas inesperadas ou quando o meu nariz fica com vermelhidão por causa das alergias, fico chateada quando vou a depilação e me deixam qualquer tipo de marca no buço ou quando vou ao dentista e deixam cair cola quente nas minha bochechas (sim, já me aconteceu e tenho uma marca por causa disso...).
 Gosto de manter a minha cara e o meu corpo hidratados e saudáveis. Acho que isso é importante. Como não gosto de misturas aa minha mummy é um pouco contra a minha vontade de eliminar da minha vida o máximo número de coisas que façam mal aos pequenos animais que se sacrificam por nós), uso Nivea para tudo e adoro a marca, sinceramente.

nível de cremes e a minha mãe não me deixa comprar na The Body Shop (
 Os exfoliantes são excelentes e realmente limpam todos os poros da cara de forma a ficarmos livres de pontos negros e borbulhas por crescer. O creme Nivea Soft é, como o nome diz, suave e super hidratante, deixa a cara um mimo e mesmo brilhante e basta reduzir na quantidade para não ficar nada pegajoso. O creme de mãos é ligeiramente gorduroso, mas já não tenho as mãos secas e desidratadas há anos. Os cremes de duche têm cheiros divinos e são macios ao ponto de ficarmos com a pele brilhante só de tomar banho. A invenção Nivea In-Shower Body Lotion funciona mesmo bem, embora não a use, porque tomo duche numa banheira e torna-se escorregadio... Os desodorizantes cumprem os seus requisitos e nunca me deixaram mal. Os protectores solares já esgotaram cá em casa mais de 40 vezes e pretende-se que assim continue. E, por fim, o Nivea Creme! É um creme divinal, tanto para aplicar nos pés por baixo de umas meias antes de dormir, como para colocar nos lábios em excesso para ficarem bem hidratados.
 Sempre usei esta marca, desde pequenina e a minha pele sempre foi bastante elogiada, não querendo ser convencida, a sério, digo-vos isto do fundo do coração! Aconselho vivamente a Nivea. Pelo menos, enquanto puder, vou sempre usufruir destes produtos magníficos.

Ser imperativo e ter uma opinião.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

 Ultimamente (gosto tão pouco desta palavra) tenho tido algum tempo livre para dormir, fazer exercício, ler, comer sem pressas, estar com pessoas que não via há meses... Descontrair no verdadeiro sentido da palavra. Isto dá-me a oportunidade de ler artigos de colunistas, tweets de amigos, além de poder participar, finalmente, em saídas onde debatemos todo o tipo de assuntos.
 Não pretendo divagar sobre o que me tem ocupado nas últimas semanas, aliás, aquilo de que venho falar é sobre a forma como exprimimos a nossa opinião e as nossas ideias. No meio de tantas palavras, reparei que muita gente fala como se aquilo que diz fosse uma verdade irrefutável, como se fossem os únicos donos da verdade.

Exames: Sim ou Não?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

 Não me lembro do sistema educativo organizado de outra forma. Desde pequenina que fui avaliada no final de cada ciclo. Tive provas de aferição, teste intermédios e exames, além dos testes periódicos de cada disciplina.
 Fiz provas de aferição no 4º ano, tive exames no 6º e 9º anos, respondi aos testes intermédios de 8º e 9º. Além disso, tive testes intermédios no 10º, 11º e 12º e ainda exames no 11º e 12º. Os meus pais sabem perfeitamente que sou a favor destas formas de avaliação, mesmo que fique nervosa e ansiosa.
 Quanto aos testes intermédios e provas de aferição acho que são uma excelente iniciativa. Assim, os professores podem ter uma melhor noção da situação em que os seus alunos se encontram e direccionar as suas aulas para isso.
 De certa forma, a notícia que tanta polémica está a fazer, mais uma vez, gira à volta de coisas que sempre houve. As ditas provas de aferição que vão agora ser aplicadas no 8º ano já existiam, só que na forma de testes intermédios. Aliás, nem sei porque se queixam... Os meus testes intermédios contavam para a avaliação contínua e as provas de aferição são apenas para AFERIR os conhecimentos dos estudantes e prepará-los para o ambiente de exame que vão ter de vivenciar no ano seguinte.
 
 O que eu acho realmente vergonhoso, no meio disto tudo, é o facto de, em 15 anos, a lei, na educação, ter mudado mais de 22 vezes. Isto não confere qualquer tipo de estabilidade na população e nas suas cabeças. As pessoas vêem as notícias e pensam que os políticos não fazem a mínima ideia do que estão a fazer, pois estão sempre a mudar de ideias. Há formas de avaliação que são objectivas e eficazes.
 Já para não falar na avaliação dos docentes... as leias quanto a esta é que são exageradamente ridículas. Mas isso fica para outro dia!