Respeito... mútuo, por favor!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

 Sei, pelo contacto directo que tive durante tanto tempo com amigas e amigos da minha mãe, como é difícil ser professor nos tempos de hoje. Sei também que, infelizmente, a universidade começa a parecer-se com o secundário. Além disso, tenho noção que há personalidades que têm simplesmente algumas dificuldades em interagir, embora imensa vontade de o fazer!
 Contudo, nenhum destes factos é desculpa para o que se tem passado com a minha professora de uma das Unidades Curriculares que tinha tudo para ser uma das minhas favoritas!
 Ultimamente tem tido atitudes que me fazem questionar até que ponto sabe as coisas ou encara o trabalho como uma coisa séria.
 Na passada quinta-feira, deixou-nos 50 minutos à espera pelo final da aula, porque foi tirar umas fotocópias e a reprografia estava cheia, como se não houvesse OUTRAS no campus (e acreditem que há muitas) ou não tivesse outras alturas para o fazer. Mas o pior nem foi isto... mau foi não nos ter dito nada e deixar-nos ali à espera quando podíamos estar em casa a estudar precisamente para a UC dela!
 Apesar disto, ontem foi extremamente rude quando lhe expus uma dúvida. Disse-lhe que não percebi um comando e mandou-me fazer uma coisa, quando lhe disse que já o tinha feito, virou-se para mim e muito frivolamente disse: «Faz outra vez, de certeza que viste mal, só pode!» O que me irrita é que sempre que alguém a questiona sobre algo que ela não tem planeado, fica toda atrapalhada e muitas vezes diz «Não sei». Ontem fiquei chateada, porque sempre lhe dei provas de como sou empenhada e quero perceber, e a professora não fez sequer um esforço!
 O mais engraçado é que depois estes docentes esperam que os alunos olhem para eles como modelos! Não obrigada, tenho uma educação excelente que me ensinou a não deixar os outros a ver navios quando os posso ajudar ou quando sei de quem pode!

Apetece-me gritar...

terça-feira, 3 de novembro de 2015

 ... de felicidade: 

OS PEARL JAM VÊM A PORTUGAL EM 2016.

 Já não bastava virem os U2 e os Kodaline, agora vem a minha banda favorita. Como conter a excitação!? Não dá, não dá, não dá...

Uma história e um vício.

sábado, 31 de outubro de 2015

 Durante um cafézito com os meus amigos houve um momento em que apenas eu e a minha maior amiga estávamos sentadas à mesa e, como sempre, começámos a falar de tudo e de nada. Foi então que descobri que quase todos os tios do lado paterno dela morreram devido a um vício e às consequências que este acarreta!
 E refiro-me ao álcool. Álcool em excesso, álcool às escondidas, álcool a toda a hora, álcool mesmo quando o médico diz «chega».

 Assim, falava, obviamente, do cancro de fígado. Esse que, como outros, traz uma dor imensa para a pessoa e para os que o rodeiam.
 Pois é aqui que me questiono como é possível as pessoas deixarem-se chegar a esse ponto. É triste mesmo que a dependência seja tão grande que quando alguém aconselha a parar, simplesmente não se consegue.
 Questiono-me o que vêem estas pessoas na bebida, e noutras coisas semelhantes, que as faz depender daquilo para serem felizes. É como se conhecendo o mundo para que são levadas sob o efeito, não quisessem outra coisa. Será assim tão bom viver num mundo paralelo onde nada é real? Onde até os sentimentos são uma farsa? (Entenda-se que uma coisa é tomar uma cerveja numa saída à noite e aproveitá-la à beira dos amigos, outra é beber garrafas incontáveis por dia...)


 Preocupa-me isto, pois um dos hábitos dos tios dela era uma atitude muito portuguesa e perigosa: chegar a casa e ir para o café beber até se perder noção das horas!
 É uma situação tão delicada e provoca tanto sofrimento... Principalmente, porque era uma situação completamente evitável!

 Tenho receio destas coisas...

Diário de uma Condutora #2

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

 Sensação excelente quando conduzes pela primeira vez na tua segunda aula em duas das vias da cidade que temias mais! Correu bem.