Ou ter quatro olhos, onde dois miram a estrada e os outros espreitam os pedais....
Diário de uma condutora #1
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Porque é que não podemos olhar para os pedais!!!???
Update.
Já não escrevo aqui há muito tempo, assim como já não publicava uma foto no instagram há duas semanas ou não 'tweetava' há uma semana. Sentia saudades!
Entretanto muito aconteceu... O meu pai voltou a ir para a Noruega, o que é desmotivante para o progenitor, uma vez que tem o azar de ir sempre em alturas importantes para a família, os meus 18 anos, os meus exames de 12º Ano, o aniversário de casamento dos meus vovós, a candidatura à universidade e o resultado, algumas consultas importantes da minha vó e, agora, o meu primeiro teste da universidade e a minha primeira aula de condução.
Sei que parecem coisas triviais, talvez eu vivesse bem se, no lugar dele, faltasse a estas datas, porém, o meu pai, como já disse várias vezes, é uma pessoa muito carente, assim como dá imensa atenção aos pequenos detalhes (as nossas zangas provêm muitas vezes destes pequenos, minis, invisíveis detalhes).
Espero, de qualquer forma, que o tranquilize saber que o teste não me correu mal e que a filhota dele está ansiosa para pôr o carro a andar, meia horita, aiiii. De certeza que saber isto o vai deixar mais feliz!
Noutra onda, o meu fim-de-semana foi muito calmo e satisfatório: na sexta à noite fomos outra vez jantar aos meus vizinhos, adoro estes serões, rimo-nos, falámos imenso e comemos bem! No sábado fui com a minha madrasta almoçar ao centro comercial (SUSHI E LLAO LLAO!!!), seguimos para casa onde eu estudei ao mesmo tempo que vi séries com ela, as nossas séries. Só estive eu com ela, uma vez que a minha mana teve jogo, mas ao jantar e no domingo já estive com a minha mãe e a minha mana, a fazer nada e muita coisa.
Deu para descansar, principalmente com aquela horita a mais, e para estudar bastante, sinto-me satisfeita.
Agora vou assustar pessoas na estrada!
Apelo à Sociedade.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Por favor, parem de escrever A SÉRIO das seguintes formas: asseriu, assério, aserium!
Estão erradas. Aliás, estão para lá de erradas... são puras abominações de duas palavras tão simples, A e SÉRIO.
Continuação de óptima de tarde!
Bizarro? Sim, não,... não sei!
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Estava a estudar fazia cerca de duas horas quando decidi que me apetecia um llao llao e, tendo a sorte de ter o centro comercial a 15 minutos de casa, lá fui eu!
Desfrutei do meu momento sossegada e feliz da vida com aquele pedacinho do céu até ao último minuto. Até aqui a história não tem nada de estranho, pois não?
Como aquele bom momento tinha acabado, decidi voltar para casa, para que o estudo pudesse prosseguir. Abri a grande porta do centro comercial, saí e reparei que vinha um velhinho atrás com um andar muito vagaroso e, devido à minha educação, segurei a porta e esperei que o senhor chegasse e saísse sem se esforçar muito mais do que já se vinha a esforçar.
Foi então que o misterioso senhor parou, ficou a olhar para mim e começou o seu discurso inquisidor: «Obrigada menina, que simpático da sua parte! (eu sorri e disse que não precisava de agradecer) A menina é tão misteriosa, como se chama a menina? (respondi o meu nome) Hum... E de que signo é? Esse olhos transmitem muita coisa... (disse que era gémeos e agradeci.) Eu sei que não se deve perguntar a uma senhora, mas a menina ainda é muito nova, que idade tem? (18 anos e fiz um largo sorriso, embora já um pouco cansada de tantas perguntas, tentando depois explicar que tinha mesmo que me ir embora...) A menina volta cá? Guarde o meu número, eu gostava muito de falar consigo um dia, eu estou sempre ali no café dentro, apareça um dia para falarmos. (A achar muito estranho e a ficar um pouco assustada, disse que tinha mesmo de ir) Posso despedir-me com dois beijinhos? Por favor, sexta feira apareça por volta desta hora naquele cafézito, para falarmos, pode ser? Promete?»
Vim-me embora, depois de receber um beijinho na mão, visto que recusei os dois beijinhos, pensativa e assustada... E ainda me sinto assim. Como se precisasse mesmo de voltar a falar com o senhor para saber o que ele me quer, contudo, cheia de medo, pois a forma como o senhor se aproximou e me olhou nos olhos não foi nada normal!
Bizarro? Não sei, mas que foi estranho, foi...
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