Apelo à Sociedade.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

 Por favor, parem de escrever A SÉRIO das seguintes formas: asseriu, assério, aserium!

 Estão erradas. Aliás, estão para lá de erradas... são puras abominações de duas palavras tão simples, A e SÉRIO.

 Continuação de óptima de tarde!

Bizarro? Sim, não,... não sei!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015


 Estava a estudar fazia cerca de duas horas quando decidi que me apetecia um llao llao e, tendo a sorte de ter o centro comercial a 15 minutos de casa, lá fui eu!
 Desfrutei do meu momento sossegada e feliz da vida com aquele pedacinho do céu até ao último minuto. Até aqui a história não tem nada de estranho, pois não? 

 Como aquele bom momento tinha acabado, decidi voltar para casa, para que o estudo pudesse prosseguir. Abri a grande porta do centro comercial, saí e reparei que vinha um velhinho atrás com um andar muito vagaroso e, devido à minha educação, segurei a porta e esperei que o senhor chegasse e saísse sem se esforçar muito mais do que já se vinha a esforçar.

 Foi então que o misterioso senhor parou, ficou a olhar para mim e começou o seu discurso inquisidor: «Obrigada menina, que simpático da sua parte! (eu sorri e disse que não precisava de agradecer) A menina é tão misteriosa, como se chama a menina? (respondi o meu nome) Hum... E de que signo é? Esse olhos transmitem muita coisa... (disse que era gémeos e agradeci.) Eu sei que não se deve perguntar a uma senhora, mas a menina ainda é muito nova, que idade tem? (18 anos e fiz um largo sorriso, embora já um pouco cansada de tantas perguntas, tentando depois explicar que tinha mesmo que me ir embora...) A menina volta cá? Guarde o meu número, eu gostava muito de falar consigo um dia, eu estou sempre ali no café dentro, apareça um dia para falarmos. (A achar muito estranho e a ficar um pouco assustada, disse que tinha mesmo de ir) Posso despedir-me com dois beijinhos? Por favor, sexta feira apareça por volta desta hora naquele cafézito, para falarmos, pode ser? Promete?»
 Vim-me embora, depois de receber um beijinho na mão, visto que recusei os dois beijinhos, pensativa e assustada... E ainda me sinto assim. Como se precisasse mesmo de voltar a falar com o senhor para saber o que ele me quer, contudo, cheia de medo, pois a forma como o senhor se aproximou e me olhou nos olhos não foi nada normal!
 Bizarro? Não sei, mas que foi estranho, foi...

100 saber o que fazer.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015


 Estava a clicar em «Criar Nova Mensagem» para falar de uma dúvida que paira na minha cabeça quando reparei que esta é a centésima publicação que faço. E não podia vir mais a calhar, visto que é um número interessante e eu ia falar de um dos meus melhores amigos, ou do que ele também escreve!
 Assim, vou dedicar-lhe esta célebre publicação, afinal, de todos, ele deve ser dos que merecem mais a minha atenção, pois nunca tive amigo tão dedicado a mim! É das melhores pessoas que conheço, muito preocupado, mas sabe respeitar o nosso espaço, muito brincalhão, contudo, rapidamente sabe ser sério, muito simpático e atencioso, embora, facilmente me consiga dizer não ou contrariar. E eu adoro isto na amizade!

 Todavia, não é das suas características que vou falar, mas sim no facto de ele escrever poesia. A poesia dele é como música para os meus ouvidos, comida para o meu estômago, rapazes giros e inteligentes para os meus olhos. (Tive piada agora!) Realmente, há muito tempo que não conhecia ninguém que escrevesse tão bem quanto ele... O único problema é que ele tem vergonha do que escrever, por isso, nunca o publicou em nenhum jornal escolar, em nenhum blogue, e isso entristece-me, pois é muito potencial que se perde!
 A minha ideia era compilar alguns poemas e fazer um livrinho mini e oferecer-lhe. Ver se isso talvez lhe provocasse entusiasmo e alguma vontade de escrever mais! Que acham?
 E um brinde aos amigos, sejam eles 100, 50, 10, 5 ou apenas 1!

«Sair».

sábado, 10 de outubro de 2015

 Estou cansada desta ideia pré-concebida que as pessoas têm de que para sair é preciso fazer alguma coisa, como beber, ou fumar, ou ter um propósito pré definido.
 A sério minha gente, não pensem assim, de todo.
 Para mim, sair significa estar sentada com os meus amigos, contar a nossa semana uns aos outros, falar sobre assuntos diferenciados e dicuti-los civilmente, ficar acordados até altas horas a fazer nada e a dizer tudo, partilhar uma refeição ou simplesmente um café.
 Isto para mim é sinónimo de uma noite cheia de qualidade... fico mesmo triste que agora os jovens precisem de mais para ter alguma diversão, mesmo que esta seja temporária e um tanto imaginária!
 Espero ansiosamente o dia em que as coisas mudam.