100 saber o que fazer.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015


 Estava a clicar em «Criar Nova Mensagem» para falar de uma dúvida que paira na minha cabeça quando reparei que esta é a centésima publicação que faço. E não podia vir mais a calhar, visto que é um número interessante e eu ia falar de um dos meus melhores amigos, ou do que ele também escreve!
 Assim, vou dedicar-lhe esta célebre publicação, afinal, de todos, ele deve ser dos que merecem mais a minha atenção, pois nunca tive amigo tão dedicado a mim! É das melhores pessoas que conheço, muito preocupado, mas sabe respeitar o nosso espaço, muito brincalhão, contudo, rapidamente sabe ser sério, muito simpático e atencioso, embora, facilmente me consiga dizer não ou contrariar. E eu adoro isto na amizade!

 Todavia, não é das suas características que vou falar, mas sim no facto de ele escrever poesia. A poesia dele é como música para os meus ouvidos, comida para o meu estômago, rapazes giros e inteligentes para os meus olhos. (Tive piada agora!) Realmente, há muito tempo que não conhecia ninguém que escrevesse tão bem quanto ele... O único problema é que ele tem vergonha do que escrever, por isso, nunca o publicou em nenhum jornal escolar, em nenhum blogue, e isso entristece-me, pois é muito potencial que se perde!
 A minha ideia era compilar alguns poemas e fazer um livrinho mini e oferecer-lhe. Ver se isso talvez lhe provocasse entusiasmo e alguma vontade de escrever mais! Que acham?
 E um brinde aos amigos, sejam eles 100, 50, 10, 5 ou apenas 1!

«Sair».

sábado, 10 de outubro de 2015

 Estou cansada desta ideia pré-concebida que as pessoas têm de que para sair é preciso fazer alguma coisa, como beber, ou fumar, ou ter um propósito pré definido.
 A sério minha gente, não pensem assim, de todo.
 Para mim, sair significa estar sentada com os meus amigos, contar a nossa semana uns aos outros, falar sobre assuntos diferenciados e dicuti-los civilmente, ficar acordados até altas horas a fazer nada e a dizer tudo, partilhar uma refeição ou simplesmente um café.
 Isto para mim é sinónimo de uma noite cheia de qualidade... fico mesmo triste que agora os jovens precisem de mais para ter alguma diversão, mesmo que esta seja temporária e um tanto imaginária!
 Espero ansiosamente o dia em que as coisas mudam.

Característica.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

 Podia muito bem falar de Matemática com este título, visto que agora, sempre que uso esta expressão, é de Álgebra que me lembro. *Característica de uma matriz: número de linhas não nulas dessa mesma matriz!* Estou a ficar obcecada...
 Contudo, não é disso que vou falar. De facto, vou falar de algo que não tem nada a ver com o concreto: uma característica da minha personalidade.
 Sou uma pessoa de riso fácil, e de sorriso ainda mais fácil. Sou mesmo alegre e facilmente me divirto, em qualquer circunstância. De qualquer das formas, isso não anula o facto de ser uma pessoa de lágrima rápida.

 Assim, quer seja raiva, quer seja tristeza, quer seja alegria, lá está ela a espreitar, sempre pronta a deixar-me nervosa. Mesmo que esteja apenas cansada ou bastante emocionada. Claro está que a seguir vêm as infinitas perguntas sobre o nosso bem-estar que nos põe no centro das atenções e não nos deixam nada à vontade!
 Portanto, embora isto queira dizer que ao menos eu tenho sentimentos e muitos, preferia não ter a lágrima no cantinho do olho sempre à espera da sua hora.
 Nada com que não se aprenda a lidar.

Dia de Eleições

domingo, 4 de outubro de 2015

 Chegou o tão esperado dia de muitos portugueses. O dia em que a nossa opinião por muito inútil que seja vale alguma coisa. Ou assim pensam os eleitores...
 Este foi o meu primeiro ano enquanto eleitora. Contudo, não me sinto mais realizada por poder fazer um X num quadradinho, pois, vistas as coisas do meu prisma, qualquer que seja o partido que vá governar o país, não vai fazer grande diferença em termos de decisões, tendo em conta que a situação em que estamos financeiramente é má para que quem quer que seja que ganhe faça alguma inovação em relação ao próximo! Infelizmente, há 4 anos o país estava a 15 dias de não conseguir pagar ordenados aos funcionários, estivemos quase na miséria se não tivéssemos aceite aquele dinheiro emprestado. Embora o país tenha saído daquele estado decadente, continua muito mal, e não creio que um partido consiga agir de maneira muito diferente do outro.
 É óbvio que esta situação me deixa um pouco em baixo, pois sinto que o meu voto não faz muita diferença agora que, finalmente, já posso exercer esse direito!
 De qualquer das formas, acredito mesmo que ninguém deve deixar de votar por causa de uma situação monetariamente má! Aliás, apoio que toda a gente saia de casa neste dia horrível e tempestoso e vá dobrar o papelinho em dois! Afinal, é um direito nosso e também um dever...