1º dia a sério!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

 Finalmente! Tive aulas... eu sei que maior parte de vocês estranha estas palavras, porém, estava há tanto ansiosa por conhecer alguns dos professores que me vão acompanhar... Tivemos Álgebra Linear I e Cálculo I. Não tenho ainda opinião formada sobre as docentes, contudo, estou mesmo entusiasmada com a matéria, matrizes e números reais, do que eu gosto! Vamos apenas ver como corre.
 Quanto à praxe, hoje gostei mesmo muito. Aprendemos as músicas de curso, fizemos o jogo da mímica, aprendemos regras novas e saudações. Criámos ligações ainda mais fortes com os doutores e conhecemos uma das Bispos. Ainda de maior importância, sorrimos e gargalhamos.
 Além do excelente dia que tive na universidade, comi Salmão grelhado, outra vez, com bróculos, salada e batata-doce. Estive no paraíso!
 Espero agora ansiosamente o jantar de curso, no qual tenho a certeza que me divertirei.
 Vou manter-vos ao corrente. Beijinhos super fofinhos!

Receitas da Joaninha #2

terça-feira, 15 de setembro de 2015

 Hoje é o primeiro dia deste verão que passo todo em casa, obviamente, por causa desta chuva irritante que não me permite sair ou vestir roupa bonita e de verão!
 Com tempo de sobra e sem saber o que fazer, decidi partilhar convosco mais duas receitas que adoro e acho que vocês vão gostar muito também... o conceito para quem me conhece é claro: comida saudável e saborosa para visitas ou mesmo para apreciar quando acompanhados apenas pelos nossos ou por nós mesmos.
Puré de Couve-Flor

Couve-flor à vontade do freguês
1 raminho de bróculos ou 1 punhado de nabiça
1 cebola média
1 dentinho de alho
orégãos
piri-piri moído (opcional)
1 colher de sobremesa de philadelphia

1. Levar uma panela grande com água suficiente ao lume. Temperar com sal, se quiserem. Ao ferver, juntar a couve-flor e os bróculos. Deixar cozer 8-10 minutos.

2. Escorrer a água, e reservar os legumes. Saltear a cebola, o alho e as especiarias num pouco de água até ficar com uma cor mais bronzeada.

3. Juntar tudo na panela, com o lume desligado, ou numa taça e triturar com a varinha mágica. Se a textura ficar muito dura, então adicionar a colher de sobremesa de philadelphia.

nota: normalmente faço este acompanhamento quando como salmão grelhado temperado com gengibre, pois é uma combinação que me dá muito prazer. Aconselho a acompanhar também com arroz integral. Porém, este é um acompanhamento que vai bem com qualquer prato. E é levíssimo.

 Embora esta seja uma das minhas receitas favoritas e mais rápidas, a que vem a seguir é uma Entrada divinal para qualquer ocasião. Até para um jantar fofinho apenas com a mãe e a mana.

Philadelphia no forno com pimento vermelho

1 pimento vermelho médio
2 c. sopa de vinagre balsâmico
2 c. sopa de vinagre normal
1/3 chávena de açúcar mascavado
1 embalagem de queijo philadelphia light

1. Levar ao lume tudo menos o queijo. Deixar apurar bem até ficar com uma textura espessa, chamam-lhe ponto mel. Ter atenção para não ficar duro como uma rocha.

2. Desenformar o queijo para uma taça própria de ir ao forno e espalhar a mistura do pimento por cima.

3. Levar ao forno a 150ºC até o queijo estar com um aspecto um pouco mais derretido.

 Sinto que não fui muito clara quanto a esta, porém, se alguma vez experimentarem, vão ficar tão espantados com o cheirinho que deixa na cozinha e com a sensação aprazível que deixa na boca. Os meus vizinhos deliciaram-se!
 Bem, que estas receitas vos acompanhem num dia feio e vos confortem um pouco o estômago!
 Beijos fofos.

Das primeiras impressões.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

 Chegada à Universidade fui logo abordada pelos Doutores. Conheci-os e eles conheceram-me a mim. Foi tudo muito interessante até que chegou a Cardeal. Sinceramente, não é que seja uma pessoa desagradável, porém, o ambiente altera ligeiramente com a sua presença!
 Finalmente, pudemos dirigir-nos aos Laboratórios para conhecer a directora de curso e alguns dos alunos que frequentam o Curso. Penso que foi a minha parte favorita, ri-me imenso, adorei os testemunhos, fiquei cheia de vontade de começar já com as aulas. De seguida, era suposto fazermos visita guiada, coisa que me teria agradado imenso, mesmo, contudo, quando tentei expressar-me, todo o grupo preferiu ficar com os Praxantes, o que compreendo perfeitamente, ainda que não me apetecesse assim tanto, simplesmente porque queria conhecer bem a faculdade tendo em conta que quarta-feira vai ser uma confusão muito grande.
 Além disso, fomos almoçar apenas às duas menos cinco, o que quer dizer que tanto a minha cabecinha como a minha barriguinha estavam a dar horas e a passar-se completamente!
 Apesar de tudo isto, adorei os doutores e os alunos do curso. Ao almoço tivemos oportunidade de conversar com os doutores e perceber um pouco mais do curso, da escola e das oportunidades.
 Ainda pude conhecer alguns dos meus colegas de turma, o que foi bastante simpático... Gostei de algumas pessoas, mesmo assim, quero esperar para ver o que este ano me reserva.
 Agora, desejo quarta-feira, as aulas, que comece a beleza que Matemática é!

A polémica.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

 No âmbito deste post da Lucky13, que eu adoro ler, esta foi a resposta que eu dei, já cansada de tanto choradinho por parte dos portugueses...:
 A mim não me incomoda, quer dizer, acho que devemos, sempre que é possível, ajudar o próximo. Se não fomos capaz de os acudir quando eles passavam tão mal, então acho que devíamos mesmo ajudar o máximo número de refugiados possível. Além disso, não me parece que esteja a ser uma situação mal pensada, aliás, o número de refugiados que cada país está a acolher é proporcional ao seu tamanho, capacidade económica e condições políticas.
 Não percebo muito bem as pessoas que dizem que estamos a receber terroristas, quer dizer, esta afirmação é um estereótipo muito feio, pois, se formos por aí, quase todos os países são terroristas.
 Fico também triste quando um país afirma não os querer à sua volta, porque lhes vão roubar os empregos. É triste mesmo, visto que, embora muitos deles até sejam doutores, mestres ou licenciados, vêm para a Europa fazer o trabalho que os cidadãos europeus muitas vezes desprezam, como limpar casas, varrer ruas, apanhar lixo... Apesar de sermos um Continente muito «à frentex», temos imensos complexos em relação a estes trabalhos que deviam ser bastante valorizados.
 A meu ver, os refugiados apenas querem fugir da miséria em que estão a viver, ganhar uns troquitos e possibilitar uma boa vida para as suas gerações futuras... Enquanto tivermos espaço na nossa «rica» Europa, qual o mal de ajudar?
 Espero que ninguém leve a mal qualquer coisa que eu tenha pronunciado. Estou apenas a tentar ter uma posição neste assunto.