Cabelo vermelho!

sexta-feira, 10 de abril de 2015


Finalmente voltei a pintar os reflexos do meu cabelo com tons de vermelho. Todos os santos dias tenho de explicar o que lhe fiz, como me fizeram, como pedi no cabeleireiro. No início até era engraçado falar nisto, mas agora gostava de o aproveitar nas calmas!
 Meh, gosto imenso do cabelo assim, dá-me uma auto-confiança plena...

6/4 #1

segunda-feira, 6 de abril de 2015

 O meu maior exemplo faz anos, e depois de uma Páscoa tão bem passada à beira desta ilustre mãe, começa o dia dela da melhor maneira: Todas na caminha a dar miminhos à mummy que tanto merece.
 Quando abriu a prenda teve a reacção que esperávamos: reclamava que não o devíamos ter feito, porém quando olhou para cada detalhe do faqueiro estava tão feliz e com um brilho tão grande nos olhos que se esqueceu completamente do quanto aquilo nos custou!
 Só quero mesmo que o dia corra às mil maravilhas, porque se há pessoa que merece é a minha mãe.
 49 anos, mas para mim a tua idade será sempre PARA SEMPRE, já te disse que não preciso que sejas eterna, pois sei bem que todos os mimos e todo o amor que partilhamos já foi eternizado, porque é assim o amor de uma mãe e é assim o meu amor de filha. Que estejas aqui enquanto puderes estar da melhor maneira possível, bem como vou tentar dar-te sempre o melhor de mim, mereces, e não digo mais nada...
 Parabéns!

De hoje!

terça-feira, 31 de março de 2015

 Ainda não consigo acreditar... Todos os anos compramos qualquer coisa para a minha mãe, algo pequenino, significativo e completamente dentro do "orçamento", contudo, este ano, quisemos exceder-nos e comprar-lhe o faqueiro Slim que ela tanto queria d'A Loja Do Gato Preto! Eu tinha noção que era caro e levei bastante dinheiro, mas não estava à espera que um conjunto de talheres fosse tão dispendioso. Claro que o trouxemos, pois a minha mãe já o namora há 5 ou 6 anos, tendo em conta que é uma das peças intemporais d'A Loja Do Gato Preto, e gosta tanto dele que o dinheiro gasto vai valer a pena quando virmos a reacção dela.
 Se bem conheço a minha mãe, primeiramente ela vai ficar surpresa, depois uma mistura de chateada e feliz, vai dizer durante 5 horas que não devíamos ter feito isto e que devia ter sido ela a comprar... Eu e a minha irmã vamos ouvir tudinho até ao fim, sem reclamarmos, o que vai ser bem difícil, e depois a minha mãe vai aceitar de bom grado e ficar nas nuvens a apreciar cada detalhe de cada talher!
 Além disso, como pode ficar chateada muito tempo comigo se me voluntariei para limpar a casa e mostrar aos panos sítios que eles nunca tinham visto? Limpar a casinha toda a ainda um faqueiro? Que queres tu de mim filha? Vai ser muito engraçado... Vou pedir à minha mana que grave, porque vai mesmo ser épico!
 Em suma, o dia foi bom e a recompensa que vai trazer na Segunda vai valer a pena, muito muito muito muito mesmo!

Opinião: The Water Divine

sábado, 28 de março de 2015


 Já há muito tempo que não via um filme que me fizesse pensar tanto. Voltei a chegar à conclusão de que a esperança conjugada com um amor de pai (ou qualquer tipo de amor) do tamanho do mundo são dois sentimentos que abalam todas as expectativas.
 Quando o amor rebenta com as costuras e o sofrimento é demasiado, porém não conseguimos desistir de procurar, alcançamos quase sempre as respostas que esperamos.
 O filme retrata a história de um pai desesperado e viúvo que decide envergar na viagem da procura pelos 3 filhos desaparecidos na 1ª Guerra Mundial. Este agricultor vai do seu lar calmo na Austrália até ao vasto campo de batalha em Gallipoli, passando por uma cidade onde conhece um miúdo muito engraçado no seu jeito cuja mãe também ficou viúva, contudo do lado oposto da guerra!

 É super interessante a maneira como mostram os dois lados da guerra e as duas faces de cada lado... E isso foi sem dúvida uma das coisas que me impediu de sair do sofá!
 Aconselho vivamente o filme a quem gosta deste tipo de entretenimento. Mas só mesmo para quem gostar...
 Por hoje é só!