Porquê tão insensível!?

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

 Tenho um amigo que é impecável. É super inteligente, sabe usar todas as situações a seu favor, não tem vergonha do que constitui o seu cérebro, e carrega uma auto-estima inabalável. Foi uma pessoa que me suscitou bastante interesse mesmo, pela simples questão de não conseguir parar de sorrir e rir à beira dele. Porém, (e maldita a hora em que todas as coisas boas são acompanhadas por um conector qualquer com um valor super adversativo) cada vez mais sinto que não tem sentimentos, o que faz todo o sentido: quem tem tamanha auto-estima tem que ser um filho da mãe (desculpem-me o vocabulário) em algum lado. Não se preocupa se as coisas que diz e profere são portadoras de uma frieza enorme, não quer saber se fazer determinados comentários magoa quem o rodeia.
 Não me interpretem mal, adoro brincar e estou sempre a fazê-lo com os meus amigos, mas sou uma pessoa que precisa mesmo de seriedade e conforto, e ele falha nestes dois, principalmente quando não se apercebe que magoa pessoas que realmente se importam com ele.
 Conclusão? Vive no mundo dele e eu vou desistir de tentar fazer parte.

Pela manhã!

domingo, 25 de janeiro de 2015

 Na minha opinião, sabe sempre bem sair de casa cedinho, apenas com o pai, e ir comprar o jornal. Com este solinho, agarrar os óculos de sol, calçar as sapatilhas e arranjar o cabelo de qualquer forma é simplesmente sentar na esplanada a passar tempo. Tudo isto antes do reboliço do dia e da cidade. Porque cidade é sempre vivida e a manhã é, habitualmente, calma! Quem não gosta de descontrair? (Já é um costume antigo cá em casa! Momentos pequeninos. É disso que a vida é feita.)

Do cair e levantar!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

 As pessoas têm diferentes maneiras de lidar com a dor e de sobreviver a esta. É usual ouvirmos a expressão: "Isto é mais doloroso do que aquilo". Não concordo. Não há diferentes tipos de dor, apenas intensidades diferentes que provêm da forma como enfrentamos o sofrimento. E com este assunto falo mais especificamente na dor psicológica. Sofrer é sempre algo ao nível dos sentimentos e da razão. Mexe sempre com o nosso Sistema Nervoso e com o nosso Bem-Estar, independentemente de sofrermos uma morte, uma separação, uma má nota,... No momento dói, e isso é o que realmente interessa.
 Ainda assim, sempre que estou triste ou dorida psicologicamente tento pensar positivo e a forma como enfrento a dor é sempre constatando que há pessoas em condições tão piores que as minhas que nem têm tempo para sofrer. Todavia, esta minha forma de lidar com a dor contradiz a minha opinião da dor. Sinto que a forma como trato a dor não me tem permitido sofrer de facto. E, como tudo, para conseguir encontrar o equilíbrio emocional precisamos de encarar todos os sentimentos da vida...
 Talvez devesse encarar aquilo que sofro de outra forma e permitir-me sofrer um bocado. Afinal não sou feita de cimento.

Uma palavrinha!

domingo, 18 de janeiro de 2015

 Porque provavelmente logo vou estar a nanar e porque vi isto num blog e achei imensa piada, decidi escrever a esta hora da tarde e partilhar este desafio que considero bastante engraçado.
 Estou a tentar vir aqui mais pontualmente, preciso mesmo de começar a escrever como antes, nem sempre arranjo a força ou as palavras certas mas prometo vir mais vezes e começar a fazer deste blog algo mais interessante...
 Agora o desafio:
... um objecto, seria o peluche-almofada
... um número, serio o oito
... uma direção, seria em frente
... uma palavra, seria exacto
... um animal, seria a alforreca (ou o ouriço-cacheiro)
... uma flor, seria o girassol
... um mês, seria Setembro
... um dia da semana, seria a quarta-feira
... uma hora do dia, seria a uma da manhã
... um clima, seria quente
uma árvore, seria a ginkgo biloba
... um líquido, seria a água
... um sabor, serio o chocolate preto ou peixe
... uma música, seria a One Day dos Kodaline
... um elemento, seria a Terra
... uma parte do corpo, seria a mão
... um sentimento, seria a amizade
... um lugar, seria a lua (ou a casa dos meus avós)
... um móvel, seria a cama
... um som, seria a voz da minha irmã
... uma cor, seria o amarelo (ou o cinzento)
... uma pedra preciosa, seria aquela que tem um significado
... uma forma, seria infinita

 Tenho pouca imaginação, mas deixo ao vosso critério explorar a vossa!

Beijinhos da Alforreca!