Na minha opinião, sabe sempre bem sair de casa cedinho, apenas com o pai, e ir comprar o jornal. Com este solinho, agarrar os óculos de sol, calçar as sapatilhas e arranjar o cabelo de qualquer forma é simplesmente sentar na esplanada a passar tempo. Tudo isto antes do reboliço do dia e da cidade. Porque cidade é sempre vivida e a manhã é, habitualmente, calma! Quem não gosta de descontrair? (Já é um costume antigo cá em casa! Momentos pequeninos. É disso que a vida é feita.)
Do cair e levantar!
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
As pessoas têm diferentes maneiras de lidar com a dor e de sobreviver a esta. É usual ouvirmos a expressão: "Isto é mais doloroso do que aquilo". Não concordo. Não há diferentes tipos de dor, apenas intensidades diferentes que provêm da forma como enfrentamos o sofrimento. E com este assunto falo mais especificamente na dor psicológica. Sofrer é sempre algo ao nível dos sentimentos e da razão. Mexe sempre com o nosso Sistema Nervoso e com o nosso Bem-Estar, independentemente de sofrermos uma morte, uma separação, uma má nota,... No momento dói, e isso é o que realmente interessa.
Ainda assim, sempre que estou triste ou dorida psicologicamente tento pensar positivo e a forma como enfrento a dor é sempre constatando que há pessoas em condições tão piores que as minhas que nem têm tempo para sofrer. Todavia, esta minha forma de lidar com a dor contradiz a minha opinião da dor. Sinto que a forma como trato a dor não me tem permitido sofrer de facto. E, como tudo, para conseguir encontrar o equilíbrio emocional precisamos de encarar todos os sentimentos da vida...
Talvez devesse encarar aquilo que sofro de outra forma e permitir-me sofrer um bocado. Afinal não sou feita de cimento.
Talvez devesse encarar aquilo que sofro de outra forma e permitir-me sofrer um bocado. Afinal não sou feita de cimento.
Uma palavrinha!
domingo, 18 de janeiro de 2015
Porque provavelmente logo vou estar a nanar e porque vi isto num blog e achei imensa piada, decidi escrever a esta hora da tarde e partilhar este desafio que considero bastante engraçado.
Estou a tentar vir aqui mais pontualmente, preciso mesmo de começar a escrever como antes, nem sempre arranjo a força ou as palavras certas mas prometo vir mais vezes e começar a fazer deste blog algo mais interessante...
Agora o desafio:
... um objecto, seria o peluche-almofada
... um número, serio o oito
... uma direção, seria em frente
... uma palavra, seria exacto
... um animal, seria a alforreca (ou o ouriço-cacheiro)
... uma flor, seria o girassol
... um mês, seria Setembro
... um dia da semana, seria a quarta-feira
... uma hora do dia, seria a uma da manhã
... um clima, seria quente
uma árvore, seria a ginkgo biloba
... um líquido, seria a água
... um sabor, serio o chocolate preto ou peixe
... uma música, seria a One Day dos Kodaline
... um elemento, seria a Terra
... uma parte do corpo, seria a mão
... um sentimento, seria a amizade
... um lugar, seria a lua (ou a casa dos meus avós)
... um móvel, seria a cama
... um som, seria a voz da minha irmã
... uma cor, seria o amarelo (ou o cinzento)
... uma pedra preciosa, seria aquela que tem um significado
... uma forma, seria infinita
Tenho pouca imaginação, mas deixo ao vosso critério explorar a vossa!
Beijinhos da Alforreca!
De hoje!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Hoje foi um dia de diversas emoções. Há coisas que realmente nos fazem felizes. Tive a minha competição, aquela que tão ansiosamente esperava, e a experiência é algo que não me tirarão nunca. Foi só emocionante, empolgante, recompensador, desde o esperar nas bancadas ao aguardar pelo "Aos seus lugares! PIIII!" até ao bater dos braços na água. Não sei em que lugares fiquei nas duas provas que prestei. Sinto mesmo que não preciso dessa compensação embora uma das minhas "resolutions" seja ficar bem classificada! Foi extraordinário.
O único ponto negativo foi mesmo ver a minha irmã desiludida com ela mesma depois de uma prova de 100m Livres, os óculos escaparam-se da cabecinha dela quando esta saltou, obviamente não é muito agradável fazer as cambalhotas das viragens sem óculos ou nadar 4x25m sem ver nada... porém, toda esta situação só mostra como ela é forte, muita gente teria desistido ali mesmo, mas não a minha mana, essa continuou, e continuou, e continuou, à maior velocidade que podia. Sabe que não fez grande tempo, encarou essa realidade e, em vez de desistir, evitou a desqualificação! Para mim, a rapariga hoje merecia muitos mimos. Embora ela seja uma peste, eu vou dar-lhos.
Todavia, a melhor parte foi completamente exterior ao meu habitual: foi rever aquele rapazito de quem tanto gostava, e mais uma vez digo: fosse ele dois anos mais velho e eu não o deixava em paz. Acredito que tenha os seus defeitos, mas, além de um corpo espectacular, tem uma atitude exemplar, um calmo jeito de falar, um olhar reconfortante e um cérebro inteligente. "Olá!" disse espantado quando me reviu quatro anos depois. Na próxima competição vou tentar falar mais com ele, até para o conhecer melhor. Tirando ele, estava lá o Pedro, amigo de um dos meus melhores amigos, que é super simpático e conversou um pouco comigo, embora tímido.
Tive o apoio incessante das pessoas que me rodeavam, torceram por mim e disseram-me o que fiz mal e o que fiz bem! Pessoas assim não vos deixam felizes?
Para acabar ainda melhor o dia, pude descansar, e pôr todas as matérias em ordem. Amanhã recomeça a semana e logo acaba. How lucky?
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